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sábado, 30 de outubro de 2010

Programação para o Dia de Finados na Paróquia São José em Salesópolis-SP

Programação para o Dia de Finados

08h00 - Santa Missa no Cemitério Municipal São José
10h00 - Santa Missa na Igreja Matriz São José
19h30 - Santa Missa na Igreja Matriz São José

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Discurso do Papa Bento XVI aos Bispos do Regional NE5 da CNBB em Visita Ad Limina


Leia, abaixo, a íntegra do discurso do Papa Bento XVI, publicado no Site da CNBB

Amados irmãos no episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. Gaudium et spes, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem,82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. Gaudium et spes 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17 de setembro de 2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

Quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Papa Bento XVI

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo anuncia a beatificação de irmã Dulce


(do Site da CNBB, 27/10/2010) O cardeal arcebispo de Salvador (BA), dom Geraldo Majella Agnelo anunciou, na manhã desta quarta-feira, 27, a beatificação da irmã Dulce. O pronunciamento foi feito na sede das Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador, e o cardeal informou que até o fim do ano será conhecida a data da cerimônia de beatificação.

Para ser considerada beata, foi necessária a comprovação da existência de um milagre atribuído a religiosa; fato que aconteceu esta semana em Roma. O processo ainda precisa ser assinado pelo papa para ser concluído.

De acordo com dom Geraldo, a religiosa é exemplo para os cristãos e a sua história de vida é o que justifica a beatificação e o processo de canonização. “Todo santo é um exemplo de Cristo, como foi o caso dela (Irmã Dulce); aquela dedicação diuturna durante toda a vida aos pobres e sofredores”.

Irmã Dulce é a primeira baiana a tornar-se beata e agora está a um passo da canonização. O título de santa só poderá ser conferido após a comprovação de mais dois milagres intercedidos pela religiosa e reconhecidos pelo Vaticano.

A causa da beatificação de Irmã Dulce foi iniciada em janeiro do ano 2000 pelo próprio dom Geraldo Majella. Desde junho de 2001, o processo tramita na Congregação para a Causa dos Santos no Vaticano.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

179 anos da Paróquia São José em Salesópolis-SP


A exatamente 179 anos atrás, no dia 25 de Outubro de 1831, através da Provisão de Erecção da Capella Curada de São José do Parahitinga, o então Bispo Diocesano de São Paulo, Dom Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade, criou a Paróquia de São José do Paraitinga, hoje Salesópolis. Passados quase dois séculos daquele acontecimento, nossa paróquia é uma porção do povo que Deus escolheu para também firmar sua Aliança. Prestes a celebrarmos o Centenário da Igreja Matriz de São José, em 2011, nossa paróquia caminha sob a luzes do Espírito Santo rogando graças e bençãos celestiais.

Parabéns ao Pároco Pe Rosalvo Cordeiro de Lima e a toda comunidade católica salesopolense pela passagem de mais um aniversário da Erecção da Paróquia São José!

Relacionamos aqui os Párocos de nossa Paróquia São José nestes 179 anos:

1. Frei Bento Claro de Sant' Anna
2. Pe Luiz Marttini
3. Pe Miguel Éboli
4. Pe Eugênio Martins
5. Pe João Menendes
6. Pe Manoel d' Azevedo Lima
7. Pe José Cantinho de Moura
8. Pe Vicente Aguiar
9. Pe Geraldo Magella Guimarães Alves
10. Pe José Maria Guimarães Alves
11. Pe Benedito Rodrigues da Cunha
12. Cônego Manoel d' Azevedo Lima
13. Monsenhor Mário Del Sante
14. Pe José Vieira de Morais
15. Pe João de Oliveira Rosa Filho
16. Pe Romolo Avagliano Rodrigues
17. Pe Sérgio Luiz da Rocha Silva
18. Pe Rosalvo Cordeiro de Lima

Dioceses as quais pertenceu nossa Paróquia São José:

1831 a 1908 - Diocese de São Paulo
1908 a 1962 - Diocese de Taubaté
1962 - Diocese de Mogi das Cruzes

Santa Missa na Igreja Matriz São José em Maio/1957


Santa Missa na Igreja Matriz São José em Setembro/1959


Santa Missa na Igreja Matriz São José em Agosto/2010

25 de Outubro - Dia de Santo Antônio de Sant' Anna Galvão


Hoje, 25 de Outubro, celebramos "o homem da paz e da caridade", Antônio de Sant'Anna Galvão, o primeiro santo genuinamente brasileiro, nasceu no dia 10 de Maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo. Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso.

Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestigio social e influência política. O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas. Em 1760 ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo. Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.

Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do "recolhimento".

Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os Sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura, ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis. Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: "Aqui jaz Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822".

Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado. Frei Galvão é o religioso no qual o coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: "O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades".

O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, rogai por nós!

domingo, 24 de outubro de 2010

Homilia do Papa Bento XVI na conclusão do Sínodo para o Oriente Médio

Tradução: Rádio Vaticano (24/10/2010)

Veneráveis Irmãos,
Ilustres Senhores e Senhoras,
Caros irmãos e irmãs!

Após duas semanas da Celebração de abertura, estamos reunidos novamente no dia do Senhor, ao redor do Altar da Confissão da Basílica de São Pedro, para concluir a Assembléia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos. Em nossos corações existe uma profunda gratidão a Deus que nos deu esta experiência verdadeiramente extraordinária, não apenas para nós, mas para o bem da Igreja, do Povo de Deus que vive na região entre o Mediterrâneo e a Mesopotâmia. Como Bispo de Roma, desejo partilhar este reconhecimento com vocês, veneráveis Padres Sinodais: cardeais, patriarcas, arcebispos, bispos. Agradeço em particular ao Secretário Geral, aos quatro Presidentes Delegados, ao Relator Geral, ao Secretário Especial e a todos os colaboradores, que nestes dias trabalharam sem descanso.

Esta manhã deixamos a Sala do Sínodo e viemos “ao templo para rezar”: por isso, nos é adequada a parábola do fariseu e do publicano relatada por Jesus e registrada pelo evangelista São Lucas (cfr 18, 9 – 14). Também nós poderemos ser tentados, como o fariseu, de lembrar a Deus os nossos méritos, pensando no empenho destes dias.

Mas para subir ao céu, a oração deve brotar de um coração humilde, pobre. E portanto também nós, ao término deste evento eclesial, queremos antes de tudo agradecer a Deus, não pelos nossos méritos, mas pelo dom que Ele nos deu. Reconheçamo-nos pequenos e necessitados de salvação, de misericórdia; reconheçamos que tudo vem d’Ele e que somente com sua Graça se realizará o que nos disse o Espírito Santo. Apenas assim poderemos “voltar para casa” verdadeiramente enriquecidos, tornados mais justos e mais capazes de caminhar na senda do Senhor.

A primeira leitura e o Salmo responsorial insistem sobre o tema da oração, sublinhando que essa é tão mais poderosa junto ao coração de Deus, quanto mais aquele que reza é necessitado e está em aflição. “A oração do pobre atravessa as nuvens”, afirma o Eclesiástico (35, 21): e o salmista acrescenta: “O Senhor está próximo daquele que tem o coração dilacerado, ele salva os espíritos sofredores (34, 19). O pensamento se dirige a tantos irmãos e irmãs que vivem na região do Oriente Médio e que se encontram em situações difíceis, às vezes muito pesadas, seja pela carência material, seja pelo desânimo, pelo estado de tensão e muitas vezes pelo medo. A Palavra de Deus hoje nos oferece também uma luz de esperança consoladora, quando apresenta a oração, personificada, que “não desiste até que o Altíssimo tenha intervido e satisfeito os justos e restabelecido a equidade” (Eclo 35, 21 – 22). O liame entre a oração e a justiça nos faz pensar em tantas situações no mundo, especialmente no Oriente Médio. O grito do pobre e do oprimido encontra eco imediato em Deus, que quer intervir para abrir uma saída, para restituir um futuro de liberdade, um horizonte de esperança.

Esta fé no Deus próximo, que liberta seus amigos, é a fé que testemunha o Apóstolo Paulo na epístola de hoje, trata-se da Segunda Carta a Timóteo. Vendo aproximar-se o fim de sua vida terrena, Paulo faz um balanço: “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé” (2 Tim 4, 7). Para cada um de nós, queridos irmãos no episcopado, isto é um modelo a ser imitado: nos conceda a Bondade divina de fazer nosso um tal balanço conclusivo!

“O Senhor – prossegue São Paulo – me é próximo e me deu força, para que eu pudesse levar a bom termo o anúncio do Evangelho e todos os povos o escutassem” (2 Tm 4, 16 – 17). É uma palavra que ressoa com especial força neste domingo em que celebramos o Dia Mundial das Missões! Comunhão com Jesus crucificado e ressuscitado, testemunho de seu amor. A experiência do Apostolado é paradigmática para cada cristão, especialmente para nós pastores. Partilhamos um momento forte de comunhão eclesial. Agora nos separamos para que cada um possa voltar à sua missão, mas saibamos que permanecemos unidos em seu amor.

A Assembléia sinodal que hoje se encerra teve sempre presente a imagem da primeira comunidade cristã, descrita nos Atos dos Apóstolos: “A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma” (At 4, 32). É uma realidade experimentada nos dias passados, nos quais condividimos a alegria e as dores, as preocupações e as esperanças dos cristãos do Oriente Médio. Vivemos a unidade da Igreja na variedade das Igrejas presentes naquela Região. Guiados pelo Espírito Santo, nos tornamos “um só coração e uma só alma” na fé, na esperança e na caridade, sobretudo durante as Celebrações Eucarísticas, fonte e cume da comunhão eclesial, como também na Liturgia das Horas, celebrada cada manhã em um dos sete ritos católicos do Oriente Médio. Valorizamos a riqueza litúrgica, espiritual e teológica da Igreja Oriental Católica, além daquela da Igreja Latina. Tratou-se de uma troca de dons preciosos, dos quais nos beneficiamos todos, os Padres Sinodais. É desejável que tais experiências positivas se repitam também nas respectivas comunidades do Oriente Médio, favorecendo a participação dos fiéis nas celebrações litúrgicas dos outros Ritos Católicos e portanto a abrir-se às dimensões da Igreja Universal.

A oração comum nos ajudou também a enfrentar os desafios da Igreja Católica no Oriente Médio. Um desses é a comunhão dentro de cada Igreja sui iuris, como também nas relações entre as várias Igrejas católicas de diferentes tradições. Como nos recordou o Evangelho de hoje (cf. Lc 18:9-14), precisamos de humildade para reconhecer nossas limitações, nossos erros e omissões, para poder verdadeiramente formar “um só coração e uma só alma”. Uma mais plena comunhão dentro da Igreja Católica favorece também o diálogo ecumênico com as outras Igrejas e Comunidades eclesiais. A Igreja Católica reiterou também nesta Assembleia sinodal a sua profunda convicção de continuar tal diálogo, para que se realize completamente a oração do Senhor Jesus “para que todos sejam uma só coisa” (Jo 17,21).

Aos cristãos no Oriente Médio se podem aplicar as palavras do Senhor Jesus: “Não tenhais medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino” (Lucas 12:32). De fato, embora pouco numeroso, eles são portadores da Boa Nova do amor de Deus pelo homem, o amor que se revelou precisamente na Terra Santa, na pessoa de Jesus Cristo. Esta Palavra de salvação, fortalecida pela graça dos Sacramentos, ressoa com particular eficácia nos lugares onde, por divina Providência, foi escrita, e é a única palavra capaz de romper o ciclo vicioso da vingança, do ódio, da violência. De um coração purificado, em paz com Deus e com o próximo, podem nascer propósitos e iniciativas de paz em nível local, nacional e internacional. Nesse trabalho, a cuja realização é chamada toda a comunidade internacional, os cristãos, cidadãos com todos os direitos, podem e devem dar a sua contribuição com o espírito das bem-aventuranças, tornando-se construtores de paz e apóstolos de reconciliação para o benefício de toda a sociedade.

Perduram há muito tempo no Oriente Médio os conflitos, as guerras, a violência, o terrorismo. A paz que é dom de Deus, é também o resultado dos esforços dos homens de boa vontade, de instituições nacionais e internacionais, especialmente dos Estados mais envolvidos na busca da solução dos conflitos. Jamais se deve resignar-se à falta de paz. A paz é possível. A paz é urgente. A paz é a condição indispensável para uma vida digna da pessoa humana e da sociedade. Paz também é o melhor remédio para evitar a emigração do Oriente Médio. “Peçam a paz para Jerusalém” – nos diz o Salmo (122, ). Rezemos pela paz na Terra Santa. Rezemos pela paz no Oriente Médio, comprometendo-nos para que tal dom de Deus oferecido aos homens de boa vontade se espalhe pelo mundo inteiro.

Outra contribuição que os cristãos podem dar à sociedade é a promoção de uma verdadeira liberdade religiosa e de consciência, um dos direitos fundamentais da pessoa humana que cada Estado deveria sempre respeitar. Em muitos países do Oriente Médio, há liberdade de culto, enquanto o espaço da liberdade religiosa em muitos casos é muito limitado. Ampliar esse espaço de liberdade se torna uma exigência para assegurar todas as pessoas pertencentes às várias comunidades religiosas a verdadeira liberdade de viver e professar a sua fé. Esse argumento poderia se tornar objeto de diálogo entre cristãos e muçulmanos, diálogo cuja urgência e utilidade foi reafirmada pelos Padres sinodais.

Durante os trabalhos da Assembleia foi enfatizada com frequência a necessidade de repropor o Evangelho às pessoas que o conhecem pouco, ou que até mesmo se afastaram da Igreja. Com frequência foi evocada a urgente necessidade de uma nova evangelização também para o Oriente Médio. Trata-se de um tema muito comum, especialmente em países de antiga cristanização. Também a recente criação do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização responde a esta profunda exigência. Por isso, após ter consultado o episcopado do mundo inteiro, e após ter ouvido o Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, decidi dedicar a próxima Assembléia Geral Ordinária em 2012, ao seguinte tema: “Nova evangelizatio ad christianam fidem tradendam - “Nova evangelização para a transmissão da fé cristã”.

Queridos irmãos e irmãs do Oriente Médio! A experiência destes dias dê a vocês a certeza de que não estão sozinhos, que os acompanham sempre a Santa Sé e toda a Igreja, nascida em Jerusalém, e que se espalhou por todo o Oriente Médio e, depois, por todo o mundo. Confiamos a aplicação dos resultados da Assembleia Especial para o Oriente Médio, bem como a preparação da Assembleia Geral Ordinária, à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja e Rainha da Paz. Amém.

Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Missões 2010

A construção da comunhão eclesial é a chave da missão

Prezados irmãos e irmãs!

Com a celebração do Dia Missionário Mundial, o mês de Outubro oferece às Comunidades diocesanas e paroquiais, aos Institutos de Vida Consagrada, aos Movimentos Eclesiais, a todo o Povo de Deus, a ocasião para renovar o compromisso de anunciar o Evangelho e dar às actividades pastorais um ímpeto missionário mais amplo. Este encontro anual convida-nos a viver intensamente os percursos litúrgicos e catequéticos, caritativos e culturais, mediante os quais Jesus Cristo nos convoca à mesa da sua Palavra e da Eucaristia, para saborear o dom da sua Presença, formar-nos na sua escola e viver cada vez mais conscientemente unidos a Ele, Mestre e Senhor. É Ele mesmo quem nos diz: "Aquele que me ama será amado por meu Pai: Eu amá-lo-ei e manifestar-me-ei a ele" (Jo 14, 21). Só a partir deste encontro com o Amor de Deus, que muda a existência, podemos viver em comunhão com Ele e entre nós, e oferecer aos irmãos um testemunho credível, explicando a razão da nossa esperança (cf. 1 Pd 3, 15). Uma fé adulta, capaz de se confiar totalmente a Deus com atitude filial, alimentada pela oração, pela meditação da Palavra de Deus e pelo estudo das verdades da fé, é uma condição para poder promover um novo humanismo, fundamentado no Evangelho de Jesus. (...) continua.

Dia Nacional da Juventude 2010


Mensagem do Setor Juventude pelo Dia Nacional da Juventude “Muita reza, muita luta, muita festa!”. Este é o slogan de 25 anos do Dia Nacional da Juventude, que acontece no próximo dia 24 em todo o país.

Para celebrar a data, o Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma mensagem, assinada pelo bispo referencial do Setor, dom Eduardo Pinheiro e pelo assessor nacional, padre Carlos Sávio da Costa, na qual parabeniza a todos os jovens do Brasil.

“Parabéns a todos aqueles e aquelas que, durante esses anos, não só mantêm acesa a chama deste evento, mas, através dele, provocam um olhar mais carinhoso, verdadeiro e respeitoso com relação a nossa juventude”, disse os representantes do Setor Juventude.

sábado, 23 de outubro de 2010

Ultrapassamos os 50.000 acessos!!!

Hospedagem de site

Chegamos a marca significativa dos 50.000 acessos!!!
Agradecemos a todos que nos acompanham.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Dom Raymundo Damasceno Assis é nomeado Cardeal da Santa Igreja Romana


O Papa Bento XVI anunciou a criação de 24 Cardeais no Consistório do próximo dia 20 de novembro, em Roma, na Itália. Os novos cardeais serão de 4 continentes: Europa, África, América e Ásia.

Entre os novos eleitos está Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo metropolitano de Aparecida e presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latinoamericano). Dom Damasceno está em Roma participando do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio.

Dos 24 novos cardeais, 20 têm menos de 80 anos e são eleitores. O Consistório de criação dos novos cardeais será no dia 20 de novembro. Este será o terceiro Consistório do pontificado de Bento XVI e os cardeais chegarão a um total de 203, dos quais 121 eleitores.


 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Em Carta aos seminaristas Papa Bento XVI transmite afeto e encorajamento e diz: "Quem quer tornar-se sacerdote, deve ser sobretudo um homem de Deus"


No dia de hoje, 18 de Outubro de 2010, Sua Santidade o Papa Bento XVI envia mensagem aos seminaristas do mundo inteiro transmitindo afeto e encorajamento aos que se preparam ao sacerdócio. Recorda seus tempos de Seminário e diz: "Quem quer tornar-se sacerdote, deve ser sobretudo um homem de Deus."


domingo, 17 de outubro de 2010

Papa Bento XVI canonizou seis novos santos durante Santa Missa celebrada na Praça de São Pedro no Vaticano


Neste Domingo, 17 de Outubro de 2010, Sua Santidade o Papa Bento XVI canonizou seis novos santos, durante Santa Missa celebrada na Praça de São Pedro, no Vaticano, em Roma. Durante sua homilia o salientou que “se alguém não crê na bondade de Deus, não pode rezar de modo verdadeiramente adequado" e recordando as palavras conclusivas do Evangelho deste domingo – “O Filho do Homem, quando vier, encontrará a fé sobre a terra?”, comentou Bento XVI:

“É uma pergunta que quer suscitar um aumento de fé da nossa parte. Está claro que a oração deve ser expressão de fé, caso contrário não é verdadeira oração. Se alguém não crê na bondade de Deus, não pode rezar de modo verdadeiramente adequado. A fé é essencial como base da atitude de verdadeira oração. Foi o que fizeram os seis novos santos que hoje são propostos à veneração da Igreja universal”.
 
Os novos Santos da Igreja Católica são:
 
- a australiana, Santa Mary MacKillop, fundadora da Congregação das Irmãs de São José do Sagrado Coração. Lutou de maneira incansável para oferecer educação a todas as crianças pobres;

- o polonês, Santo Stanislao Kazimierczyk, sacerdote da Ordem dos Cónegos Regulares Lateranenses que viveu no século XV, em Cracóvia. Humilde, paciente e cheio de zelo, foi educador dos jovens religiosos;

- o canadense, Santo André Alfred Bessette, religioso. A ele foi confiado o cargo de porteiro do Colégio Nossa Senhora das Neves, próximo a Montreal. Nessa função, ele acolheu e consolou os pobres, aflitos e doentes;

- a espanhola, Santa Candida Maria de Jesus, que se empenhou na formação cristã das crianças e fundou a Congregação das Filhas de Jesus;

- a italiana, Santta Giulia Salzano, religiosa, fundadora das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração;

- e a italiana, Santa Battista Camilla da Varano, monja clarissa que escreveu vários textos de literatura mística que foram apreciados por pessoas como São Felipe Neri

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Homilia do Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo, na Santa Missa Solene da Festa de Nossa Senhora Aparecida no Santuário Nacional

12 de Outubro - Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil


Com muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil.

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).

Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.

Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.

A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.

Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).

No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.

O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.

Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.

Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor.

No dia 12 maio de 2007, por ocasião da V Conferência do CELAM, o Papa Bento XVI, durante a oração do Santo Terço no interior da Basílica Santuário de Nossa Senhora Aparecida, também ofereceu ao Santuário Nacional a Rosa de Ouro, como o Papa Paulo VI, reconheceu a importância daquele lugar santo para a Igreja Católica no Brasil.

A Liturgia da Missa de hoje nos apresenta as seguintes leituras:

1ª Leitura Ester 5, 1-2;7,2-3: A rainha Ester pede pela vida ameaçada pela vida ameaçada do povo;
Salmo Responsorial 44 (45): "Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o rei se encante com vossa beleza!"
1ª Leitura Apocalipse 12, 1.5.13.15-16: Maria é fonte de inspiração para as comunidades responsáveis por levar a termo o projeto fr Jesus;
Evangelho João 2, 1-11: Maria nos ajuda a perceber o que Jesus quer nos dizer e a estar atentos às suas palavras.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

domingo, 3 de outubro de 2010

Papa Bento XVI em Palermo, na Itália

Hoje, 03 de Outubro de 2010, Sua Santidade o Papa Bento XVI encontra-se em Palermo, onde se deslocou por ocasião do encontro eclesial regional de famílias e jovens.

Veja alguns trechos da homila do Santo Padre na Santa Missa celebrada no Fórum Itálico de Palermo e concelebrada com todos os bispos da Sicília:

“Penso, em particular, nos que vivem concretamente a sua existência em condições de precariedade, devido à falta de trabalho, à incerteza do futuro, ao sofrimento físico e moral e, como recordou o arcebispo, em razão da criminalidade organizada. Hoje estou no meio de vós para testemunhar a minha proximidade e a minha recordação na oração. Estou aqui para dar-vos um forte encorajamento a não ter medo de testemunhar com clareza os valores humanos e cristãos, tão profundamente radicados na fé e na história deste território e da sua população”.

“A vós, fiéis leigos, repito: não tenhais medo de viver e testemunhar a fé nos vários âmbitos da sociedade, nas múltiplas situações da existência humana, sobretudo nas mais difíceis! A fé dá-vos a força de Deus para ser sempre confiantes e corajosos, para ir para a frente com nova decisão, para tomar as iniciativas necessárias para dar um rosto cada vez mais belo à vossa terra!”

“E quando encontrardes a oposição do mundo (prosseguiu o Papa), recordai-vos da exortação do Apóstolo (na segunda leitura) “Não te envergonhes de dar testemunho do nosso Senhor”. Aquilo de que uma pessoa se deve envergonhar é do mal, do que ofende a Deus, do que ofende o homem. Coragem, portanto, sustentada pela fé:

“A tentação do desânimo, da resignação, chega a quem é débil na fé, a quem confunde o mal com o bem, a quem pensa que perante o mal, muitas vezes profundo, não há nada a fazer. Pelo contrário, quem está firmemente fundamentado na fé, quem tem plena confiança em Deus e vive na Igreja, é capaz de levar a vigorosa força do Evangelho”.




Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida inicia hoje a Novena da Festa da Padroeira do Brasil com o tema: "Sob o olhar da Senhora Aparecida caminhamos com Jesus"

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Festa de Nossa Senhora Aparecida

Programação para o mês de Outubro 2010

Outubro – Mês Missionário
“MISSÃO E PARTILHA”



01 – Santa Terezinha do Menino Jesus

02 – Santos Anjos da Guarda

03 a 12 – Novena e Festa da Padroeira no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

04 – São Francisco de Assis

05 – São Benedito

07 – Nossa Senhora do Rosário

08 – Dia do Nascituro

09 a 12 – Triduo e Festa de Nossa Senhora Aparecida na Igreja Matriz São José, Salesópolis-SP

12 – Solenidade de Nossa Senhora aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil

16 – Santa Edwiges

24 – Dia Mundial das Missões

24 – Dia Nacional da Juventude

25 – 179 anos de Erecção da Capela Curada de São José do Paraitinga (1831), hoje Paróquia São José, Salesópolis-SP

25 – Santo Antonio de Santana Galvão

28 – São Simão e São Judas Tadeu
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