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terça-feira, 27 de abril de 2010

Congresso Eucarístico Nacional lança blog


Com o objetivo de dar mais dinamicidade à divulgação do XVI Congresso Eucarístico Nacional (CEN), que acontece em Brasília, entre os dias 13 e 16 de maio, a assessoria de imprensa do CEN lançou nesta semana o “Blog da Galera do CEN”.

“O blog passa a ser mais uma ferramenta de interatividade entre a organização do CEN e os participantes desse grande evento que celebra os 50 anos da capital federal e da arquidiocese de Brasília”, justifica a ferramenta a assessoria de comunicação do vento.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Primeira Missa no Brasil - 510 anos


No dia 26 de Abril de 1500, Domingo, Frei Henrique Soares de Coimbra celebrou a 1ª Missa no Brasil, a pedido de Pedro Álvares Cabral foi erguido um altar e diante dele oferecido o Sacrifício de Cristo, justamente no Tempo da Páscoa, pela primeira vez a Eucaristia esteve presente nesta que é a Terra de Santa Cruz. Podemos com firmeza dizer que neste dia foi o nascimento da Igreja no Brasil, uma das maiores nações católicas do mundo.

domingo, 25 de abril de 2010

Ultrapassamos os 30 mil acessos

Ultrapassamos neste Domingo, 25 de Abril de 2010, a marca dos 30.000 acessos. Obrigado a todos que visitam nosso blog, pedimos que sempre divulguem este meio de formação e infomação de notícias da Igreja Católica.

4° Domingo da Páscoa: "Eu sou o Bom Pastor"


"As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem" (João 10, 27)

Celebramos o 4° Domingo da Páscoa, , Jesus se apresenta como o Bom Pastor, aquele que conhece suas ovelhas, Jesus abriu para todos nós as portas da vida eterna, pois a doação de sua vida é a doação do Espírito Santo, a força de Deus que renova as criaturas.

EVANGELHO (João 10, 27-30)

Naquele tempo, disse Jesus: “As minhas ovelhas escutam a minha Voz, Eu as conheço e elas Me seguem. Eu dou-lhes a Vida Eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha Mão. Meu Pai, que Me deu estas ovelhas, é Maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da Mão do Pai. Eu e o Pai Somos Um”.

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

sábado, 24 de abril de 2010

47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Mensagem do Papa para o 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Mensagem do Papa para o 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

O 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no 4º Domingo de Páscoa, dia 25 de abril, oferece-me a oportunidade de propor à vossa reflexão um tema que se enquadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita vocações. De fato, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da ação gratuita de Deus, mas é favorecida também – como o confirma a experiência pastoral – pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunitário de todos aqueles que já responderam ao chamamento do Senhor no ministério sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a missão dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasião dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, modelo sempre atual de presbítero e pároco.

Já no Antigo Testamento os profetas tinham consciência de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreensão, a rejeição, a perseguição. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um «fogo ardente» no coração impossível de conter (cf. Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor não só a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, será Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, através da sua missão, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distinção, com especial atenção pelos últimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus é a suprema Testemunha de Deus e da sua ânsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, João Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazaré, as promessas de Deus. Quando O vê chegar ao rio Jordão, onde estava a batizar, João indica-O aos seus discípulos como «o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29). O seu testemunho é tão fecundo que dois dos seus discípulos, «ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus» (Jo 1,37).

Também a vocação de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista João, passa pelo testemunho de seu irmão André; este, após ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu «permanecendo» junto do Senhor: «“Encontramos o Messias” (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus» (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael – Bartolomeu –, graças ao testemunho doutro discípulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: «Acabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré» (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o próprio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fiéis à sua missão, para suscitar novas vocações sacerdotais e religiosas para o serviço do seu Povo. Por esta razão, desejo destacar três aspectos da vida do presbítero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.

Elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada é a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante união com o Pai, e isto suscitava nos discípulos o desejo de viverem a mesma experiência, aprendendo d’Ele a comunhão e o diálogo incessante com Deus. Se o sacerdote é o «homem de Deus», que pertence a Deus e ajuda a conhecê-Lo e a amá-Lo, não pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A oração é o primeiro testemunho que suscita vocações. Tal como o apóstolo André comunica ao irmão que conheceu o Mestre, assim também quem quiser ser discípulo e testemunha de Cristo deve tê-Lo «visto» pessoalmente, deve tê-Lo conhecido, deve ter aprendido a amá-Lo e a permanecer com Ele.

Outro aspecto da consagração sacerdotal e da vida religiosa é o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o apóstolo João: «Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os discípulos são convidados a entrar na mesma lógica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai até à entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a misericórdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na Última Ceia, Se levanta da mesa, depõe o manto, pega numa toalha, ata-a à cintura e Se inclina a lavar os pés aos Apóstolos, exprime o sentido de serviço e doação que caracterizou toda a sua vida, por obediência à vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagração deve esforçar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois àqueles que a Providência lhe confia no ministério pastoral, com dedicação plena, contínua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irmãos, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A história de cada vocação cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doação de si mesmo aos irmãos por amor do Reino dos Céus. É que a presença e a palavra de um padre são capazes de despertar interrogações e de conduzir mesmo a decisões definitivas (cf. João Paulo II, Exortação Apostólica pós-sinodal Pastores dabo vobis, 39).

Um terceiro aspecto que, enfim, não pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada é viver a comunhão. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu discípulo, a profunda comunhão no amor: «É por isto que todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunhão, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divisões, sanar lacerações, aplanar contrastes e incompreensões, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza não se sentirão encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, vêem aumentar a sua hesitação. Torna-se importante, pois, realizar a comunhão de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Então, o jovem dirá: «Isto pode ser um futuro também para mim, assim pode-se viver» (Insegnamenti, vol. I/2005, 354). O Concílio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar vocações, destaca o exemplo de caridade e de fraterna cooperação que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).

Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor João Paulo II: «A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal –, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo fato de fecundidade vocacional» (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as vocações sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma espécie de patrimônio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a existência inteira.

Isto aplica-se também à vida consagrada. A própria existência dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus critérios de discernimento e conduta. Tornam-se «sinais de contradição» para o mundo, cuja lógica frequentemente é inspirada pelo materialismo, o egoísmo e o individualismo. A sua fidelidade e a força do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no ânimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na história dos homens.

Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade. Assim, para se promoverem as vocações específicas ao ministério sacerdotal e à vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o anúncio vocacional, é indispensável o exemplo daqueles que já disseram o próprio «sim» a Deus e ao projeto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de opções existenciais e concretas, há de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decisões empenhativas que envolvem o próprio futuro. Para ajudá-los, é necessária aquela arte do encontro e do diálogo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo através do exemplo de vida abraçada como vocação. Assim fez o Santo Cura d’Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, «ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar» (Carta de Proclamação do Ano Sacerdotal, 16/06/2009).

Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasião para muitos jovens refletirem sobre a própria vocação, abrindo-se a ela com simplicidade, confiança e plena disponibilidade. A Virgem Maria, Mãe da Igreja, guarde o mais pequenino gérmen de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta intenção rezo, enquanto concedo a todos a Bênção Apostólica.

Benedictus, P.P. XVI

segunda-feira, 19 de abril de 2010

5º Aniversário Pontifical do Papa Bento XVI

"Tú és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja"

Louvamos a Deus pelo 5º Aniversário Pontifical do Papa Bento XVI celebrado hoje, 19 de Abril de 2010. Sucedendo o Papa João Paulo II na Cátedra de São Pedro, o alemão Cardeal Joseph Ratzinger foi eleito 265º Papa da Igreja.

Benedictus, P.P. XVI
Eleito em 19.04.2005

Rezemos pelo Santo Padre Bento XVI para que o Senhor o conserve guiando a Igreja de Cristo.

domingo, 18 de abril de 2010

Papa Bento XVI concluiu sua visita a Malta


Bento XVI concluiu neste Domingo á tarde a sua viagem a Malta efetuada por ocasião dos 1950 anos do naufrágio que levou São Paulo ás costas daquela ilha.

Esta manhã na grande esplanada dos grandes celeiros em Floriana, na ilha de Malta, Bento XVI celebrou a Missa do III Domingo de Páscoa, na presença de cerca de 10 mil fiéis.

A homilia do Santo Padre baseou-se, naturalmente, nas leituras da Missa, que eram as deste domingo, à exceção da primeira, dos Atos dos Apóstolos, substituída pela do episódio do naufrágio que levou São Paulo a desembarcar na Ilha. Agradecendo o acolhimento que lhe foi dispensado, Bento XVI evocou aquele que os malteses dispensaram ao Apóstolo dos Gentios, há 1950 anos, e desde então a muitos viajantes que ali arribaram.

“A riqueza e variedade da cultura de Malta é um sinal de que o vosso povo muito aproveitou do intercâmbio de dons e da hospitalidade com os viajantes vindos do mar. E é significativo que tenhais sabido exercer o discernimento identificando o melhor do que eles tinham para oferecer”.

O Papa convidou os malteses de hoje a seguirem este exemplo, advertindo que nem tudo o que lhes é proposto merece ser acolhido. Passando ao episódio do Evangelho, com a pesca abundante ligada ao encontro com Jesus ressuscitado, Bento XVI sublinhou o fato de que antes de o Senhor se lhes ter manifestado os apóstolos não tinham conseguido qualquer resultado.

“Deixados a si mesmos, os seus esforços eram infrutuosos. Quando Jesus esteve ao lado deles, capturaram uma grande quantidade de peixes. Meus irmãos e irmãs, se pomos a nossa confiança no Senhor e seguimos os seus ensinamentos, recolheremos sempre grandes frutos”.

Passando de novo ao episódio do naufrágio de Paulo, o Papa fez notar que, para poderem sobreviver, os tripulantes do navio se viram obrigados a deitar ao mar a carga, incluindo os instrumentos de bordo e o próprio trigo de que se alimentavam. De fato, Paulo exortou a colocarem só em Deus toda a confiança, no momento em que a barca era batida pelas ondas. Também nós devemos pôr a nossa confiança só em Deus. Tem-se a tentação de pensar que a avançada tecnologia de hoje consegue responder a todos os nossos desejos e salvar-nos dos perigos que nos assaltam.

“Em cada momento da nossa vida, dependemos inteiramente de Deus, no qual vivemos, nos movemos e temos a nossa existência. Só Ele nos pode proteger do mal, só Ele nos pode guiar no meio das tempestades da vida e só Ele nos pode conduzir a um porto seguro, como fez com Paulo e os companheiros que andavam à deriva junto das costas de Malta”.

Quase a concluir, Bento XVI dirigiu-se de modo especial aos padres presentes. No contexto do Ano Sacerdotal, o Papa evocou a figura do Padre Jorge Preca, o primeiro santo maltês canonizado, que se distinguiu por uma catequização incansável, que deixou uma marca profunda nos jovens e nos menos jovens.

“Padre Jorge era um sacerdote de extraordinária humildade, bondade, mansidão e generosidade, profundamente dedicado à oração e com a paixão de comunicar as verdades do Evangelho. Tomai-o como modelo e inspiração para vós, cumprindo a missão que recebestes de apascentar o rebanho do Senhor”.

Recordando o diálogo entre Jesus e Pedro, proposto na parte final do Evangelho deste domingo, o Santo Padre encorajou os padres a “acolherem com gratidão de coração a magnífica tarefa que lhes foi confiada”. “A missão confiada aos padres é verdadeiramente um serviço à alegria, à alegria de Deus que aspira a irromper no mundo”.

No final da celebração, antes do canto da antífona mariana do tempo pascal, “Regina Coeli”, Bento XVI recordou a devoção dos malteses à Mãe de Deus invocada como “Mãe da Igreja e nossa Mãe”, especialmente no santuário mariano da ilha de Gozo, ao qual o Papa oferece, nesta ocasião, uma Rosa de Ouro. O pontífice pediu aos fiéis que de agora em diante passassem a invocar Nossa Senhora também como “Rainha da Família”, título acrescentado por João Paulo II à ladainha mariana.

3º Domingo da Páscoa


Celebramos o 3º Domingo da Páscoa, Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos, próximo ao mar. O próprio Jesus nos convida: “Venham comer.” Ele nos oferece o alimento perene, que perdura para a eternidade. Ele nos prepara um banquete com peixe, fruto do trabalho, e pão doação generosa do próprio Jesus.

A Liturgia da Missa deste Domingo nos apresenta as seguintes Leituras:

1ª Leitura Atos 5, 27b-32.40b-41: É preciso obedecer antes a Deus que aos homens;

Salmo Responsorial 29 (30): “Eu vos exalto, ó Senhor, porque vós me livrastes”

2ª Leitura Apocalipse 5, 11-14: João vê aquele que vive para sempre sentado no trono;

Evangelho João 21, 1-19: Jesus Ressuscitado aparece pela terceira vez aos discípulos.

sábado, 17 de abril de 2010

Papa Bento XVI visitou a Gruta de São Paulo


Depois da visita de cortesia ao Presidente da Republica no Palácio presidencial, e o encontro com as autoridades civis, Bento XVI deslocou-se de automóvel para a Igreja de São Paulo em Rabat onde foi acolhido pelo pároco que depois o acompanhou até ao interior da Igreja onde se encontram cerca de 250 missionários . Depois de um momento de oração silenciosa diante do Santíssimo Sacramento o Papa dirigiu-se para a adjacente capela do Santuário, descendo depois as escadarias que o conduziram á Gruta de São Paulo. Esta Gruta é considerada uma pedra miliar da Igreja em Malta, visto que o Apostolo Paulo, depois do seu naufrágio, ali passou três meses de pregação. A Gruta tornou-se ponto de referencia para a primeira comunidade cristã.

No final da sua visita, e já no átrio da gruta, Bento XVI sublinhou o fato de a sua peregrinação a Malta ter iniciado com um momento de oração silenciosa na Gruta de São Paulo, que pela primeira vez levou a fé àquelas ilhas.

O naufrágio de Paulo e a sua paragem durante três meses em Malta deixaram um sinal indelével na historia do vosso país, disse o Papa, salientando que as suas palavras aos companheiros de viagem antes de chegar a Malta “em qualquer ilha havemos de encalhar” no contexto original são um convite á coragem perante o desconhecido e a confiança inquebrantável na misteriosa providencia de Deus.

Bento XVI mencionou depois o grande numero de padres e religiosos que imitaram o zelo missionário de São Paulo Deixando Malta para levar o Evangelho a localidades distantes. O Papa agradeceu-lhes em nome de toda a Igreja, pelo seu testemunho do Senhor Ressuscitado e pelas vidas que gastaram ao serviço dos outros.

No seu discurso Bento XVI sublinhou depois que a chegada de São Paulo a Malta não estava programada. Paulo que encontrara de maneira dramática o Senhor Ressuscitado no caminho de Damasco, era sensível aos acontecimentos imprevisto preparados por Deus. O decurso da sua vida mudou improvisamente ; cada uma das suas ações e pensamentos eram dirigidos a anunciar o mistério da cruz e a sua mensagem de amor de Deus que reconcilia.

A palavras do Evangelho, ainda hoje tem o poder de fazer irrupção nas nossas vidas e de mudar o seu curso até á conversão, a uma nova vida e a um futuro de esperança…..

Vivei a vossa fé de maneira ainda mais plena juntamente com os membros das vossas famílias, dos vossos amigos, nos vossos bairros, nos lugares de trabalho e no inteiro tecido da sociedade maltesa. De maneira particular o Papa exortou os pais, professores e catequistas a falarem aos outros do seu próprio encontro vivo com Jesus Ressuscitado, especialmente aos jovens que são o futuro de Malta.

A concluir, e já numa perspectiva mais universal, Bento XVI deixou algumas interrogações: perante as tantas ameaças á sacralidade da vida humana, á dignidade do matrimónio e da família, os nossos contemporâneos não precisam de serem constantemente chamados á grandeza da nossa dignidade de filhos de Deus e á vocação sublime que recebemos em Cristo? Não precisa por acaso a sociedade de apropriar-se de novo e de defender aquelas verdades morais fundamentais que estão na base da liberdade autentica e do progresso genuíno

Bento XVI está em Malta


Sua Santidade Papa Bento XVI esta em Malta este Sábado e Domingo, por ocasião dos 1950 anos do naufrágio de São Paulo que, de acordo com a narrativa do livro bíblico dos Atos dos Apóstolos, ocorreu nas costas daquela ilha mediterrânica.

O Pontífice chegou a Malta e no Aeroporto foi saudado pelas autoridades locais e por grande quantidade de pessoas.

Veja a programação desta 14ª Viagem Internacional do Santo Padre clicando aqui.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Biografia de Sua Santidade Bento XVI


O Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi baptizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições económicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.

Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilómetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido «mozarteano», que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural.



 (Papa Bento XVI, Vaticano, 16/04/2010)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Feliz Aniversário Papa Bento XVI

Parabéns a Sua Santidade Papa Bento XVI pela passagem de seu 83º Aniversário
Desejamos muitos anos de vida apascentando o Rebanho do Senhor


Papa Bento XVI
(Joseph Ratzinger)
16 - 04 - 1927

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Solenidade de São José, 19/05/1957

Magnífica foto da Festa de São José no ano de 1957, na Igreja Matriz São José, em Salesópolis, a Santa Missa celebrada pelo então Pároco Pe Benedito Rodrigues da Cunha. Os detalhes de nossa belíssima Igreja Matriz, o Santo Sacrifício Eucarístico oferecido no Altar-mór, foto do momento da elevação do Corpo de Cristo.


Imagem cedida gentilmente pela Foto Faria, fotógrafo Sebastião de Mello Faria (in memoriam). Vemos no presbitério da Igreja, com velas a Irmandade do Santíssimo Sacamento, nos bancos, além dos fiéis, vemos também a Cruzada Eucarística, as Filhas de Maria e os Congregados Marianos.

Vemos ainda, os andores que certamente estiveram na Procissão, com as imagens de São José, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora d' Ajuda, Imaculada Conceição e São Benedito.

Igreja Matriz São José - 100 anos
1911 / 30 de Dezembro / 2011

Serviço de Informação Vaticano lança blog

Desde a sexta-feira, 9, o Serviço de Informação Vaticano (Vatican Information Service - VIS) possui um blog.

No endereço http://visnews-es.blogspot.com/, além do boletim cotidiano que recebem os cadastrados, também é possível encontrar todas as notícias dos últimos anos - em espanhol, inglês, francês e italiano.

domingo, 11 de abril de 2010

Oração Regina Coeli pelo Papa Bento XVI

Precisamente há dez anos, em Abril do ano 2000, aquando da canonização da Irmã Faustina Kowalska, João Paulo II decidiu que este segundo domingo da Páscoa fosse dedicado à Divina Misericórdia. Recordou-o Bento XVI, ao meio-dia, no habitual encontro com os fiéis e peregrinos, desta vez no pátio interior da residência de Castelgandolfo onde se encontra num breve período de repouso pascal.

Como costuma fazer nesta circunstância, o Papa comentou brevemente o Evangelho do dia, sublinhando que se trata de uma página evangélica “rica de misericórdia e de bondade divina”, com a manifestação do Senhor, a oito dias da Ressurreição e o episódio ocorrido com Tomé, que tinha duvidado da anterior aparição de Jesus Ressuscitado. “Como é possível que um discípulo possa duvidar? Na realidade, a condescendência divina permite-nos tirar proveito até mesmo da incredulidade de Tomé, que não só dos discípulos crentes. De facto, tocando as feridas do Senhor, o discípulo hesitante cura não só a sua desconfiança, mas também a nossa”.

Bento XVI fez ainda notar que “a visita do Ressuscitado não se limita ao espaço do Cenáculo”. Vai para além dele, para que todos possam receber o dom da paz e da vida com o “Sopro criador”. De fato, por duas vezes Jesus disse aos discípulos: “Paz a vós!”, acrescentando: “Como o Pai me mandou, também eu vos envio. E dito isto, soprou sobre eles dizendo: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; àqueles a quem não perdoardes, não serão perdoados”. “É esta a missão da Igreja perenemente assistida pelo Paráclito: levar a todos a boa nova, a jubilosa realidade do Amor misericordioso de Deus, para que – como diz São João – acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome”.

O Papa encorajou em particular os Pastores da Igreja a “seguir o exemplo do santo Cura d’Ars, que no seu tempo soube transformar o coração e a vida de tantas pessoas, porque conseguiu fazer-lhes sentir o amor misericordioso do Senhor. Urge também no nosso tempo tal anúncio e idêntico testemunho da verdade do Amor”.

Nas saudações, em diversas línguas, após o canto da antífona mariana deste tempo pascal (Regina Coeli), Bento XVI, dirigindo-se em polaco aos peregrinos da Polónia, evocou com grande pesar a trágica morte do Presidente da República e sua comitiva. O Papa recordou que pereceram na viagem a Katyn, local do suplício de milhares de oficiais militares polacos, assassinados há setenta anos. “Todos confio ao misericordioso Senhor da vida”.

Também nas palavras pronunciadas em italiano Bento XVI fez idêntica referência ao “trágico desastre aéreo” de Smolensk, em que “perecerem o presidente da Polónia, a esposa, diversas altas autoridades do Estado polaco e todo o séquito, incluindo o arcebispo Ordinário Militar”. “Exprimindo as minhas profundas condolências, de coração asseguro preces de sufrágio pelas vítimas e de apoio para a amada Nação polaca”.

Bento XVI recordou, finalmente, que teve ontem início, em Turim, a solene ostensão do Santo Sudário. “Também eu, se Deus quiser, no próximo 2 de Maio ali me deslocarei a venerá-lo” – declarou.

“Congratulo-me com este acontecimento, que mais uma vez está a suscitar um vasto movimento de peregrinos, mas também estudos, reflexões e sobretudo um extraordinária chamada ao mistério do sofrimento de Cristo. Faço votos de que este ato de veneração ajude todos a procurarem o Rosto de Deus, que foi a íntima aspiração dos Apóstolos, como também a nossa”.

2º Domingo da Páscoa - Domingo da Divina Misericórdia


Neste 2º Domingo da Páscoa a Igreja celebra o Domingo da Divina Misericórdia, Jesus Ressuscitado transforma o medo dos primeiros discípulos em alegria. É que o Senhor deixa claro aos que sofrem com medo de sua ausência física que Ele continua vivo junto aos seguidores.

Há exatamente dez anos, nas celebrações do Jubileu do ano 2000, na canonização da Irmã Faustina Kowalska, João Paulo II decidiu que este Segundo Domingo da Páscoa fosse dedicado à Divina Misericórdia.

Felicidade é acreditar em Jesus sem tê-lo visto. Mesmo sem tocar em Jesus, Tomé precisou tocar em Jesus para acreditar. “Como é possível que um discípulo possa duvidar? Na realidade, a condescendência divina permite-nos tirar proveito até mesmo da incredulidade de Tomé, que não só dos discípulos crentes. De fato, tocando as feridas do Senhor, o discípulo hesitante cura não só a sua desconfiança, mas também a nossa”. (Papa Bento XVI, Oração do Regina Coeli, 11/04/2010)


A Liturgia da Missa deste Domingo nos apresenta as seguintes Leituras:

1ª Leitura Atos 5, 12-16: A notícia da Ressurreição de Jesus vai se espalhando e reúne sempre mais pessoas dispostas a continuar a obra dele;

Salmo Responsorial 117 (118): "Dai graças ao Senhor porque Ele é bom! Eterna é a sua misericórdia!"

2ª Leitura Apocalipse 1, 9-13.17-19: É Jesus Ressuscitado que sustenta a comunidade;

Evangelho João 20, 19-31: Este evangelho fala da rica misericórdia e da bondade divina, com a manifestação do Senhor, a oito dias da Ressurreição e o episódio ocorrido com Tomé, que tinha duvidado da anterior aparição de Jesus Ressuscitado.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Imagens das Celebrações da Semana Santa na Igreja Matriz São José

Apresentamos aqui algumas imagens das Celebrações da Semana Santa na Igreja Matriz de São José, presididas pelo Pároco Pe Rosalvo Cordeiro de Lima. Fotos gentilmente cedidas pela Foto Faria, fotógrafo Benedito de Melo Faria.

As Celebrações da Semana Santa contaram com a participação de grande número de fiéis, sobretudo no Tríduo Pascal, a Liturgia celebrada com solenidade, sacralidade e sobriedade, onde o zelo e o decoro prevaleceram, elevando nossos "corações ao alto" num clima de oração  e espiritualidade.

Vigília Pascal
Ressurreição do Senhor


Sexta-feira Santa
Procissão do Senhor Morto e Encenação da Paixão do Senhor
Praça Pe João Menendes


Sexta-feira Santa
Celebração da Paixão e Morte do Senhor


Quinta-feira Santa
Missa da Ceia do Senhor

"Visite a Igreja Matriz de São José em Salesópolis"

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Imagens das Celebrações da Semana Santa presididas pelo Papa Bento XVI no Vaticano

Domingo de Páscoa
Praça da Basílica de São Pedro


Vigília Pascal
Basílica de São Pedro


Sexta-feira Santa
Via-Sacra no Coliseu


Celebração da Paixão e Morte do Senhor
Basílica de São Pedro


Quinta-feira Santa
Missa da Ceia do Senhor
Basílica de São João do Latrão


Missa do Crisma
Basílica de São Pedro

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