Faça aqui suas buscas neste Blog

Carregando...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Papa Bento XVI celebrou Santa Missa do 5º aniversário do falecimento do Venerável João Paulo II

Venerável Papa João Paulo II
* 18/05/1920
+ 02/04/2005



(Vaticano, 29/3/2010) “A regra da comunidade de Jesus é a regra do amor que sabe servir até ao dom da vida” – sublinhou Bento XVI, na homilia, comentando os textos da Missa desta segunda-feira da Semana Santa e aludindo ao testemunho do Papa Wojtyla, falecido há cinco anos.

Começando pela primeira leitura, em que o Profeta Isaías apresenta a figura de um “Servo de Deus” que é ao mesmo tempo o seu eleito e que sabe agir com uma firmeza inquebrantável, até que se encontre realizada a tarefa que lhe foi confiada, observou o Papa:

“Durante o seu longo pontificado, ele prodigalizou-se em proclamar o direito com firmeza, sem debilidades ou hesitações, sobretudo quando devia confrontar-se com resistências, hostilidades e recusas. Sabia que o Senhor o tinha tomado pela mão, e foi isso que lhe permitiu exercer um ministério muito fecundo pelo qual, uma vez mais, damos fervorosas graças a Deus”.

Passando depois a comentar o Evangelho da ceia em Betânia, com Lázaro, Marta e Maria, com o pressentimento da morte iminente, em que Maria unge os pés de Jesus com um perfumo de grande valor, Bento XVI fez notar que “o gesto de Maria é a expressão de uma grande fé e de um grande amor”:

“Maria oferece a Jesus o que tem de mais precioso, com um gesto de profunda devoção. O amor não calcula, não mede, não olha a despesas, não levanta barreiras, mas sabe dar com alegria, procura só o bem do outro, vence a mesquinhez, a mesquinhez, os ressentimentos, as durezas que o homem leva no seu coração”.

Maria coloca-se aos pés de Jesus em atitude de humildade e de serviço, como fará o próprio Mestre na Última Ceia – observou ainda o Papa.

“O significado do gesto de Maria , que é resposta ao Amor infinito de Deus, difunde-se entre todos os convidados. Todo e qualquer gesto de caridade e de autêntica devoção a Cristo não permanece um fato pessoal, não diz apenas respeito à relação entre o indivíduo e o Senhor, mas abarca todo o corpo que é a Igreja, é contagioso: infunde amor, alegria, luz”:

“Ao ato de Maria se contrapõem a atitude e as palavras de Judas, que, a pretexto da ajuda a prestar aos pobres, esconde o egoísmo e a falsidade do homem fechado em si mesmo, encadeado à avidez da posse… Judas calcula naquilo em que não se pode calcular, entra com espírito mesquinho no espaço que é do amor, do dom, da doação total. E Jesus, que até àquele momento tinha permanecido em silêncio, intervém a favor do gesto de Maria… Jesus compreende que Maria intuiu o amor de Deus e indica que já se aproxima a sua “hora”, a “hora” em que o Amor encontrará a sua expressão suprema sobre o lenho da Cruz. O Filho de Deus… desce aos abismos da morte para elevar o homem às alturas de Deus…"

Cardeal Ratzinger e João Paulo II

“Toda a vida do Venerável João Paulo II decorreu sob o signo desta caridade, da capacidade de doar-se com generosidade, sem reservas, sem medida, sem cálculos. O que o movia era o amor a Cristo, ao qual tinha consagrado a vida, um amor super-abundante e incondicionado. E foi precisamente porque se aproximou cada vez mais de Deus no amor que ele pôde tornar-se companheiro de viagem para o homem de hoje, derramando no mundo o perfume do Amor de Deus”.

domingo, 28 de março de 2010

Papa Bento XVI celebrou Domingo de Ramos na Praça da Basílica de São Pedro


“Ser cristão é um caminho, ou melhor, uma peregrinação, um caminhar juntamente com Jesus Cristo. Ir naquela direção que Ele nos indicou e indica” – esta a mensagem que Bento XVI quis deixar aos jovens, neste Domingo de Ramos, vigésimo quinto Dia Mundial da Juventude, celebrado desta vez a nível das dioceses. Sob um esplêndido sol primaveril, dezenas de milhares de fiéis, na maioria jovens, congregaram-se na Praça de São Pedro, em Roma, para a celebração que dá início à “Semana Santa”, a “Semana Maior”, que conduz à Páscoa de Ressurreição, domingo próximo.

O tema do domingo de Ramos – sublinhou o Papa, na homilia da Missa – é “o seguimento (de Cristo)”: “ser cristãos significa considerar a via de Jesus Cristo como a via justa para sermos homens – aquela via que nos conduz à meta, a uma humanidade plenamente realizada e autêntica”. O Evangelho da bênção dos Ramos começa com a frase “Jesus caminhava à frente de todos, subindo a Jerusalém”. O caminho no qual somos chamados a seguir Jesus é antes de mais uma subida, um subir. “Antes de mais (refletiu Bento XVI) um subir à verdadeira altura do ser homem. O homem pode escolher uma via cómoda e pôr de lado qualquer fadiga. Pode também descer para baixo, para o que é indigno. Pode enterrar-se no lodo da falsidade e da desonestidade. Jesus caminha à nossa frente, em direção ao alto”.

“Ele (Jesus) conduz-nos para o que é grande, puro, conduz-nos para o ar sadio das alturas: para a vida segunda a verdade; para a coragem que não se deixa intimidar pelo palavreado das opiniões dominantes; para a paciência que suporta e sustenta o outro. Conduz-nos à disponibilidade para com os que sofrem, para com os abandonados; para a fidelidade que está da parte do outro mesmo quando a situação se torna difícil. Conduz-nos ao amor – conduz-nos a Deus”.

Seguir Jesus na sua “subida a Jerusalém”, uma via que prossegue até ao fim dos tempos – prosseguiu Bento XVI – recorda o que significa “Jerusalém”, a cidade onde se encontrava o Templo de Deus, cuja unicidade devia aludir à unicidade do próprio Deus. Este lugar diz-nos, portanto, que “Deus é um só para todo o mundo, supera imensamente todos os nossos lugares e tempos: é aquele Deus a que pertence toda a criação. É o Deus que todos os homens, no mais fundo de si próprios procuram e do qual todos, de algum modo, têm conhecimento. Mas este Deus tem um nome. Deu-se-nos a conhecer, empreendeu com os homens uma história… O Deus infinito é ao mesmo tempo o Deus próximo. Não pode ser retido em qualquer edifício, e contudo quer habitar no meio de nós, quer estar totalmente connosco”.

Jesus sobe a Jerusalém para aí celebrar, com Israel, a Páscoa. E sobe com a consciência de ser Ele próprio o Cordeiro no qual se cumprirá o que o Livro do Êxodo diz a propósito: um cordeiro sem defeito, macho, que ao pôr-do-sol, perante os olhos dos filhos de Israel, é imolado “como rito perene”.

“Na amplidão da subida de Jesus tornam-se visíveis as dimensões do nosso seguimento – a meta a que Ele nos quer conduzir: até às alturas de Deus, à comunhão com Deus, ao estar-com-Deus. É esta a verdadeira meta, é a comunhão com Ele, que é a via. A comunhão com Ele é um estar em caminho, uma permanente subida para a verdadeira altura da nossa chamada. Caminhar juntamente com Jesus é sempre, ao mesmo tempo, um caminhar no nós daqueles que querem seguir com Ele. Ele introduz-nos nesta comunidade”.

Sendo um caminhar para a verdadeira vida, até sermos homens conformes ao modelo do Filho de Deus, Jesus Cristo – considerou ainda o Papa – isso supera as nossas próprias forças. Seguir este caminho é também ser conduzidos, transportados. É Jesus que nos atrai e nos sustenta. Faz parte do seguir a Cristo que nos deixemos integrar nesta “comitiva” e neste movimento conjunto.

“Requer este ato de humildade, o entrar no nós da Igreja. O agarrarmo-nos aos outros, a responsabilidade da comunhão – o não romper a corda (que nos liga) com contumácia e pedantismo. Crer humildemente com a Igreja, mantermo-nos firmes conjuntamente com os outros na subida para Deus é uma condição essencial do seguir a Cristo. Requer também o não nos comportar-se como padrão da Palavra de Deus, não seguir uma ideia incorreta de emancipação. É essencial para a subida a humildade do ser-com”.

Nas saudações finais, ao concluir a Missa, passado já o meio-dia, antes da recitação do Angelus, Bento XVI evocou o Domingo de Ramos de há 25 anos atrás. Esse ano de 1985 tinha sido consagrado pelas Nações Unidas aos jovens. João Paulo II decidiu a partir daí congregar os jovens, em todo o mundo, neste dia da entrada de Jesus em Jerusalém.

“Há 25 anos o meu amado Predecessor convidou os jovens a professar a sua própria fé em Cristo que tomou sobre si a causa do homem. Renovo hoje este apelo à nova geração, a que dê testemunho, com a força mansa e luminosa da verdade, para que aos homens e mulheres do terceiro milénio não falte o modelo mais autêntico: Jesus Cristo”.

Finalmente, uma referência especial a “Jerusalém, onde se cumpriu o mistério pascal”.

“Sofro profundamente com os recentes contrastes e tensões mais uma vez verificados à volta desta Cidade, que é a pátria espiritual de Cristãos, Judeus e Muçulmanos, profecia e promessa daquela reconciliação universal que Deus deseja para toda a família humana.

A paz é um dom que Deus confia à responsabilidade humana, para que cultive através do diálogo e no respeito pelos direitos de todos, a reconciliação e o perdão.

Rezemos pois para que os responsáveis pela sorte de Jerusalém empreendam com coragem o caminho da paz e o sigam com perseverança!”

Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

Bendito o que vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas!

Iniciamos hoje, com a celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, a Semana Santa, meditamos os momentos decisivos da salvação da humanidade. Jesus se entrega em nossas mãos, aceita ser pregado na cruz, morre e ressuscita gloriosamente. Vencedor do pecado e da morte, Jesus inaugura a salvação para o gênero humano.

A celebração deste domingo tem duplo sentido:

Primeiramente celebramos a entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, sendo aclamado pelos seus com cantos de hosanas. Jesus é reconhecido como enviado do Pai. Fazemos memória do dia em que Jesus entrou em sua cidade e seguimos os seus passos rumo a Paixão.

Num segundo lugar, após a bênção e a procissão de ramos, na Missa celebramos a entrega total de Jesus, por isso este domingo também é chamado da Paixão, ou seja, anunciamos a Morte do Senhor e proclamamos sua Ressurreição aguardando sua vinda gloriosa. A Morte de Jesus não é uma morte qualquer, é uma Morte que gera a vida e salva a humanidade inteira.

A Liturgia deste domingo nos apresenta as seguintes leituras:

Na Procissão:

Evangelho Lucas 19, 28-40: Jesus entra triunfante em Jerusalém montado num jumentinho e o povo aclamava “Bendito o rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!”

Na Missa

1ª Leitura Isaías 50, 4-7: Jesus é o servo sofredor, não se afastou da sua entrega a morte;

Salmo Responsorial 21 (22): “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”

2ª Leitura Filipenses 2, 6-11: Jesus, sendo Deus, se esvaziou de si mesmo e se fez obediente a até a morte e morte de cruz, por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o nome que está acima de todo nome;

Evangelho Lucas 23, 1-49: Narrativa da Paixão segundo Lucas, “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”

sexta-feira, 26 de março de 2010

Papa Bento XVI encontra com jovens no 25º Aniversário do DMJ




(Vaticano, 25/03/2010) Uma alegre festa de fé. Mais de 70 mil jovens se reuniram ontem à noite na Praça São Pedro para celebrar o 25º aniversário do Primeiro Dia Mundial da Juventude, realizado em Roma em 1985. Um encontro entre o Papa e os jovens, que já se tornou um tradicional momento de oração e de partilha na quinta-feira que precede o Domingo de Ramos, dia no qual é celebrado em todo o mundo em nível diocesano o DMJ.

O Pontífice recebeu o abraço dos jovens e respondeu às suas perguntas. Três jovens, em particular, destacaram as expectativas e os medos das novas gerações, pedindo ao Pontífice que os confortassem sobre o futuro, um amanhã que se colora de esperança se banhado no amor infinito do Pai Celeste. “Os jovens amam o Papa – sublinhou o Cardeal Vigário Agostino Vallini, na sua saudação ao Santo Padre – para lhe agradecer pelo fúlgido testemunho de fé e amor em Jesus Cristo, morto e ressuscitado, também ao afrontar provações e incompreensões”.

A Cruz do Dia Mundial da Juventude – levada em procissão até o adro da Basílica Vaticana – reuniu os jovens de ontem e de hoje, que testemunharam a alegria que brota da escolha da fé, da plenitude de vida que floresce na luz de Cristo. O amor, portanto, foi o fio condutor deste extraordinário encontro, um amor capaz de mudar o mundo, tornando-o uma verdadeira casa da família humana.
 

quinta-feira, 25 de março de 2010

2ª Peregrinação Nacional em Favor da Família

Solenidade da Anunciação do Senhor

Neste dia 25 de Março a Igreja celebra a Solenidade da Anunciação do Senhor, dia da Encarnação do Filho de Deus no seio da Virgem Maria. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço.

Hoje é o dia em que a eternidade entra no tempo ou, como afirmou o Papa São Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade."

Com alegria contemplamos o Mistério do Deus Todo-Poderoso, que na origem do Mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém desta vez escolhe depender da Palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor:

"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.’ Não temas , Maria, conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Maria perguntou ao anjo: ‘Como se fará isso, pois não conheço homem?’ Respondeu-lhe o anjo:’ O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tu palavra’"

Sendo assim, hoje é o dia de proclamarmos: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14a). E fazermos memória do início oficial da Redenção de TODOS, devido à plenitude dos tempos. É o momento histórico, em que o SIM do Filho ao Pai precedeu o da Mãe: "Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade" (Hb 10,7). Mas não suprimiu o necessário SIM humano da Virgem Santíssima.

Cumprindo desta maneira a profecia de Isaías: "Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus Conosco" (Is 7,14). Por isso rezemos com toda a Igreja:

"Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo".

A Liturgia da Missa de hoje nos apresenta as seguintes leituras:

1ª Leitura Isaías 7, 10-14;8,10: o profeta anuncia que uma virgem conceberá e dará à luz um filho;

Salmo Responsorial 39 (40): “Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor!

2ª Leitura Hebreus 10, 4-10: Cristo veio ao mundo para fazer a vontade do Pai;

Evangelho Lucas 1, 26-38: Maria diz Sim ao projeto do Senhor, o Verbo Divino se encarna no seu seio virginal, Deus se faz presente neste mundo.

domingo, 21 de março de 2010

5º Domingo da Quaresma


Chegamos ao 5º Domingo da Quaresma, se aproximam as celebrações da Semana Santa, em que recordamos os momentos decisivos da redenção da humanidade e a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, sua Paixão, Morte e Ressurreição.

Jesus nos desafia a atirar pedras contra o pecador se nós não tivermos pecados. Quem se habilita a lançar alguma contra alguém? Aos que lhe trouxeram uma "mulher pecadora", pedindo que a condenasse, Jesus os desafia a rever as próprias atitutes.

Jesus sabe que o perdão, na maioria das vezes, regenera as pessoas. Ele veio não para condenar, mas para salvar. A preocupação primeira da comunidade e de todo cristão deve consistir nisto: antes de optar pela exlusão e condenação devemos assumir atitutes de acolhida, misericórdia e perdão.

“Aprendamos a ser intransigentes com o pecado - a partir do nosso – e indulgentes com as pessoas. Que nisto nos ajude a santa Mãe de Deus que, isente de qualquer culpa, é medianeira de graça para cada pecador arrependido." (Papa Bento XVI, Discurso na Praça de São Pedro, 21/03/2010)

A Liturgia da Missa deste Domingo nos apresenta as seguintes Leituras:

1ª Leitura Isaías 43, 16-21: o profeta recorda a forma gloriosa como o Povo de Deus foi libertado da escravidão do Egito;

Salmo Responsorial 125 (126): "Maravilhas fez consco o Senhor, exultemos de alegria!"

2ª Leitura Filipenses 3, 8-14: São Paulo, renovado pelo amor e a misericórdia de Deus, se alegra pelos efeitos da graça de Cristo em sua vida.

Evangelho João 8, 1-11: quem não tiver pecado seja o primeiro a julgar e a atirar uma pedra, Jesus rejeita o pecado e acolhe o pecador.

sábado, 20 de março de 2010

Solenidade de São Jose, Padroeiro Paroquial e Municipal em Salesópolis


(Salesópolis-SP, 19/03/2010) A Solenidade de São José, Padroeiro Paroquial e Municipal, foi celebrada com muito fervor pelos católicos de Salesópolis

Por volta das 17h iniciou solene procissão pelas ruas da cidade com a participação de grande quantidade de pessoas, Irmandades, Associações, crianças da catequese, Corporação Musical São José e dos seminaristas do Seminário Diocesano Sagrado Coração de Jesus de Mogi das Cruzes.

Chegando a procissão foi celebrada a Santa Missa na Igreja Matriz de São José, presidida pelo Revmo. Sr. Pe. Leandro Machado Silvestre, Reitor do Seminário Diocesano, concelebrada pelo Revmo. Sr. Pe. Rosalvo Cordeiro de Lima, Pároco, e com a presença do Revmo. Sr. Diácono Antonio Paulino de Miranda Melo. A Santa Missa contou com a presença do Coral do Seminário Diocesano.

Refletindo a Liturgia da Missa do dia, Pe. Leandro disse que São José é exemplo do cristão que tem fé em Deus e por ocasião do Ano Sacerdotal pediu que todos rezassem pelas vocações sacerdotais e também pela santificação de todos os padres.

Ao final da celebração foram apresentados todos os seminaristas do Seminário Diocesano e com a oração a São José invocada sua intercessão e as bençãos de Deus.

Fotos gentileza
Foto Faria
Fotógrafo Benedito de Melo Faria

sexta-feira, 19 de março de 2010

19 de Março - Solenidade de São José, Patrono Universal da Igreja


Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.

Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.

Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.

"Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24).

O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.

Damos graças a Deus por termos São José como padroeiro de nossa paróquia e padroeiro de nossa cidade de Salesópolis, constuída sob a proteção do Pai da Sagrada Família.

Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à Vontade do Senhor.

São José, rogai por nós!

EVANGELHO (São Lucas 2, 41-51a)

41Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. 42Quando Ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. 43Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando que Ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. 47Todos os que ouviam o Menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. 48Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. 49Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” 50Eles, porém, não compreenderam as Palavras que lhes dissera. 51Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente.

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

 

segunda-feira, 15 de março de 2010

Papa Bento XVI e os luteranos de Roma

“Destruímos o nós da comunidade dos cristãos, dividimos o único caminho em muitos caminhos” e agora experimentamos o pecado que não nos faz beber do único cálice, nem estar juntos no altar, mas hoje estamos aqui para rezar juntos ao Senhor, o único que pode nos dar o dom da unidade. Com essas palavras Bento XVI concluiu domingo à noite o seu discurso, durante a liturgia do culto da comunidade luterana de Roma.

Convidado pela Christuskirche, a “Igreja de Cristo” de via Sicilia em Roma, 27 anos depois da visita de João Paulo II, a primeira de um Papa a uma igreja luterana da Reforma de 1517, Bento XVI foi acolhido pelo pastor Jens-Martin Kruse e pelos 350 membros da pequena comunidade. Durante a celebração, o Papa comentou, falando de modo improviso, o trecho do Evangelho de João sobre a pequena semente que produz fruto somente morrendo.

“Quem ama a sua vida a perde, disse Jesus” acrescentou, e nos faz entender que a vida não é só para nós, não é receber, mas doar-se, confiar a própria vida aos outros e fazer-se servos. “Este é o caminho da pequena semente, o caminho da salvação”.

Fonte H2O News

Papa Bento XVI visitou Igreja Luterana de Roma


(Roma, 15/3/2010) O Papa Bento XVI visitou este Domingo a igreja evangélica luterana de Roma, 27 anos depois de João Paulo II ter feito o mesmo, num gesto qualificado como histórico.

O Papa, esteve nesta comunidade que é, na sua maioria, constituída por germânicos, e foi acolhido pelo pastor Jens-Martin Kruse.

A acompanhar Bento XVI estavam os Cardeais Tarcisio Bertone, Secretário de Estado, e Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos.

Na sua intervenção, o Papa sublinhou a importância do ecumenismo, reconhecendo contudo que ainda há divergências em “aspectos essenciais”.

“As nossas divisões são um pecado do qual carregamos a culpa…certamente o caminho ecuménico prossegue e é belo que hoje possamos rezar juntos, juntos entoar os mesmos cânticos, juntos escutar a mesma Palavra de Deus. Porém a rede rompeu-se e o caminho dividiu-se em tantos caminhos; desta maneira – salientou o Papa – o testemunho dos cristãos obscureceu-se.

Bento XVI referindo-se aos sucessos do ecumenismo nos últimos anos, lamentou contudo o facto de não podermos beber do mesmo único cálice e não podermos estar juntos ao redor do mesmo altar. Isto – disse – deve entristecer-nos porque é uma situação de pecado, mas a unidade não pode ser feita pelos homens: devemos confiar no Senhor porque somente Ele nos pode dar a unidade. Esperemos que Ele nos leve á unidade.”

Pertencem à comunidade, dirigida por Jens-Martin Kruse, mais de trezentos membros inseridos em diversas actividades espirituais, formativas e culturais. O Papa esteve com eles numa celebração ecuménica e, em seguida, encontrou-se com os membros do Conselho.

domingo, 14 de março de 2010

4º Domingo da Quaresma


Nos aproximamos da Festa da Páscoa, celebramos o 4º Domingo da Quaresma, conhecido como Domingo da Alegria, ou Domingo Laetare. Deus nos espera de braços abertos e nos acolhe com amor e carinho, como nos diz a parábola do Filho Pródigo e o Pai Misericordioso.

O pai da parábola representa o próprio Deus, cujo amor é incondicional. Mas vale a pena nos colocarmos no lugar de cada um dos filhos, porque em cada um de nós há um pouco do irmão mais novo e outro tanto do irmão mais velho.

O novo é aventureiro e gasta tudo numa vida sem princípios nem responsabilidades. O filho mais novo faz-nos lembrar de nossos erros e a conversão a que somos chamados a cada dia. O filho mais velho, ao invés, é o "justo" da história. O justo que obedece ao Pai esperando receber recompensa. Colocar-se no lugar do filho mais velho é reconhecer em nós a atitude de nos considerarmos justos e vermos somente os erros dos outros.

A Liturgia da Missa de hoje nos apresenta as seguintes leituras:

1ª Leitura Josué 5, 9-12: o povo se liberta à medida que consegue o sustento com o próprio trabalho;

Salmo Responsorial 33 (34): "Provai e vede quão suave é o Senhor!"

2ª Leitura 2Coríntios 5, 17-21: a encarnação de Jesus reconciliou-nos com Deus e nos tornou novas criaturas;

Evangelho Lucas 15, 1-3.11-32: a parábola é um convite a olhar os que erram com o olhar misericordioso do Pai, e alegrarmos com a volta daqueles que erram.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher


Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia! Batalhadoras e trabalhadoras, mães, avós, esposas, irmãs, filhas, netas, tias, e em todas as profissões mostram a beleza de ser mulher!

1º Aniversário do Blog

Hoje, 08 de Março de 2010, este Blog completa 1 ano de existência.
Obrigado a todos que nos acompanham!

domingo, 7 de março de 2010

Nota de Falecimento

Faleceu, na tarde de hoje, o Sr Sebastião de Mello Faria, organista da Igreja Matriz de São José no Coral Santa Cecília. O corpo será velado no velório local, o sepultamento está previsto para a tarde desta segunda-feira, dia 08/03/2010.

Nascido no dia 25/04/1934, o Maestro Sebastião de Mello Faria, era filho de Pedro Pinto de Faria Filho e Rosalina de Mello Faria, de saudosa memória, foi casado com a Sra Vianna Martins de Siqueira Faria. Músico, pintor, poeta, historiador, escultor, desenhista, católico de sólida envergadura, Cidadão Emérito de Salesópolis, foi Regente do Coro Paroquial, da Schola Cantorum Santa Cecília, do atual Coral Santa Cecília, foi também Regente da Corporação Musical São José.

Dentre tantas obras suas, a maior e mais conhecida é o Hino a Salesópolis, da qual é autor da letra e música, onde eleva os aspectos religiosos, naturais e históricos de nossa cidade. Enlutados colocamos nas mãos de Deus a sua alma e rezamos por toda sua família, pedindo que no céu cante as glórias de Deus.

Nossa homenagem ao saudoso Maestro Sebastião de Mello Faria:

HINO A SALESÓPOLIS

Letra e música: Maestro Sebastião de Mello Faria

Salve minha Salesópolis
Terra dos encantos mil
Sois meu torrão valoroso
Orgulho do meu Brasil



São José do Paraitinga
Foste sempre varonil
Terra dos Bravos Aranhas
Terra de um povo gentil



Lá no alto da colina
Vossa Igreja resplandece
Majestosa e encantadora
Elogios ela merece



Para todos visitantes
Causa grande sensação
Minha Terra, feliz e forte
Como eu vos amo, de coração



Nosso clima é mais saudável
Nossas matas têm mais flores
Linda Terra dos encantos
Cidade dos meus amores



Nosso povo é progressista
Denodado e hospitaleiro
Salve minha Salesópolis
E São José o nosso Padroeiro.



Lei do Hino - LEI N° 653 DE 22 DE NOVEMBRO DE 1978
(Torna Oficial o HINO À SALESÓPOLIS, como simbolo auditivo do Município de Salesópolis)

THIAGO GERALDO RODRIGUES DE CAMARGO, PREFEITO MUNICIPAL DE SALESÓPOLIS, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei:

FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL APROVOU E EU PROMULGO A SEGUINTE LEI:

ARTIGO 1° - O Dobrado, Hino à Salesópolis, letra e música do Maestro SEBASTIÃO DE MELLO FARIA, devidamente registrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Registro de Direitos Autorais N° 878/78, passa a ser o HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS.

ARTIGO 2° - A Letra de Música do Hino a Salesópolis anexas a presente Lei, passam a fazer integrante da mesma.

ARTIGO 3° - O Hino ora oficializado deverá ser executado nas cerimônias cívicas realizadas neste município.

ARTIGO 4° - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SALESÓPOLIS, em 22 de Novembro de 1978.

Thiago Geraldo Rodrigues de Camargo
Prefeito Municipal



Registrada na Secção da Secretária da Prefeitura Municipal de Salesópolis e publicada no Quadro de Editais na Portaria Municipal na mesma data supra.

João Alfredo de Morais Fonseca
Chefe da Secção da Secretaria

Papa Bento XVI visita paróquia em Roma


Sua Santidade o Papa Bento XVI deslocou-se neste domingo de manhã à paróquia romana de São João da Cruz – situada na Colina Salário, na zona norte da cidade, para aí presidir à celebração da Missa dominical. Trata-se de um bairro novo, criado há 25 anos. A paróquia existe desde 1989, utilizando nos primeiros 12 anos instalações provisórias, precárias, até à inauguração da atual igreja, em 2001.

Comentando o Evangelho deste domingo, Bento XVI sublinhou a atitude da gente, que interpreta as desgraças ocorridas como punição divina pelos pecados cometidos, considerando-se ao abrigo daqueles incidentes, pensando não precisarem eles próprios de conversão. Jesus convida a refletir sobre os fatos, com um empenho de conversão.

“É precisamente o fechar-se ao Senhor, o não percorrer o caminho da conversão de si próprio, o que leva à morte, à morte da alma. Na Quaresma, cada um de nós é convidado por Deus a imprimir uma viragem à sua existência, pensando e vivendo segundo o Evangelho, corrigindo alguma coisa no próprio modo de rezar, de agir, de trabalhar e nas relações com os outros”.

A severidade que transparece das palavras de Jesus explicam-se pelo fato de que Ele se preocupa com o nosso bem, com a nossa felicidade e salvação. Pela nossa parte, devemos responder-lhe com um sincero esforço interior, pedindo-lhe que nos ajude a ver os pontos em que precisamos de nos converter.

3º Domingo da Quaresma


O tempo da Quaresma e, particularmente, a celebração de hoje, 3º Domingo da Quaresma, consiste num forte apelo de conversão. A conversão se concretiza quando apresentamos frutos de amor, paz e justiça. Des não se conforma com a situação de seu povo sofrido e estéril, por isso, envia profetas e missionários para libertá-lo e ajudá-lo a produzir frutos abundandes de fraternidade.

Jesus se serve de dois fatos, algumas mortes numa revolta contra os romanos e o desmoramento de uma torre, com vítimas fatais, para proclamar a necessidade de conversão. Os que morreram nesses episódios trágicos não podem, segundo Jesus, ser vistos como mais pecadores que os sobreviventes.

Portanto as desgraças e as catástrofes não podem ser vistas como castigo divino, mas, sim, como alerta e apelo à conversão.

A parábola da figueira nos mostra o que conversão. A função da fiqueira é produzir figos no tempo certo. O homem também tem a tarefa de produzir frutos. Nenhum ser humano deve passar em branco a vida. A conversão  não é apenas uma atitute intelectiva de adesão a Jesus e sua Igreja, mas é ação, é crescimento no amor, na generosidade e na justiça.

A Liturigia da Missa deste Domingo nos apresenta as seguintes leituras:

1ª Leitura Êxodo 3, 1-8a.13-15: Moisés é escolhido pelo próprio Deus a libertar o seu povo escravo no Egito;

Salmo Responsorial  102 (103): "O Senhor é bondoso e compassivo"

2ª Leitura 1Coríntios 10, 1-6.10.12: São Paulo convida a comunidade a relembrar os fatos históricos para santificar-se no presente;

Evangelho Lucas 13, 1-9: “Diante de sofrimentos e de lutos, a autêntica sabedoria é deixar-se interpelar pela precariedade da existência e ler a história humana com os olhos de Deus, o qual, querendo sempre e exclusivamente o bem de seus filhos – por um desígnio insondável do seu amor – certas vezes permite que sejam provados pela dor, para conduzi-los a um bem maior”.  (Papa Bento XVI, Angelus, 07/03/2010)

sábado, 6 de março de 2010

Encontro do Papa Bento XVI com voluntários da Defesa Civil Italiana

A Igreja e o Papa apoiam o precioso serviço do voluntariado: assegurou Bento XVI, dirigindo-se neste sábado de manhã, na vasta Aula das Audiências do Vaticano, a uns sete mil voluntários da Protecção Civil Italiana. O Santo Padre classificou-os como “uma das expressões mais recentes e válidas da longa tradição de solidariedade que tem as suas raízes no altruísmo e generosidade do povo italiano”.


Abaixo o discurso do Santo Padre

Queridos amigos,

Estou muito contente em acolher-vos e em dar minhas cordiais boas-vindas a cada um de vós. Cumprimento os Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio e todas as Autoridades. Saúdo o subsecretário da Presidência do Conselho de Ministros e Chefe do Departamento de Defesa Civil, doutor Guido Bertolaso, e o agradeço pelas amáveis palavras que me dirigiu em nome de todos. Saúdo o subsecretário da Presidência do Conselho de Ministros, doutor Gianni Letta, presente neste encontrpo. Dirijo a minha afetuosa saudação aos numerosos voluntários e voluntárias e representantes de alguns componentes do Serviço Nacional de Defesa Civil.

Este encontro foi precedido por um alegre momento de festa, animado também pelas apresentações musicais da Instituição Sinfônica Abruzzese. A todos, minha gratidão. Vós quisestes rememorar a atividade da Defesa Civil nos últimos dez anos, tanto em situações de emergência nacional e internacional, quanto na atividade de apoio a grandes e especiais eventos. Como não recordar, neste contexto, as intervenções em favor dos sobreviventes do terremoto em San Giuliano di Puglia e, sobretudo, de Abruzzo? Eu mesmo, visitando, em abril do ano passado, Onna e Áquila, pude contatar pessoalmente o empenho que vós dirigistes para ajudar aqueles que perderam entes queridos e casas. Me parecem apropriadas as palavras que vos digiri naquela ocasião: "Obrigado pelo que fizestes e, sobretudo, pelo amor com o qual o fizestes" (Discurso no encontro com os fiéis e os que prestaram socorro, 28 de abril de 2009). E como não pensar com admiração em tantos voluntários e voluntárias que prestaram assistência e segurança à enorme multidão de jovens, e não somente a eles, presentes na inesquecível Jornada Mundial da Juventude do ano 2000, ou aos que vieram a Roma para um último adeus ao Papa João Paulo II?

Queridos voluntários e voluntárias da Defesa Civil: sei que vós tendes desejado profundamente este encontro; posso garantir-vos que este foi também o meu profundo desejo. Vós constituistes uma das expressões mais recente e maduras da longa tradição de solidariedade enraizada no altruísmo e na generosidade do povo italiano. O voluntariado da Defesa Civil tornou-se um fenômeno nacional, que assumiu caráter de participação e organização particularmente significativa e agora compreende cerca de um milhão e trezentos mil membros, subdivididos em mais de três mil organizações. As finalidades e os propósitos da vossa associação foram reconhecidos em apropriadas normas legislativas, que contribuíram para a formação de uma identidade nacional do voluntariado da proteção civil, atento para as necessidades primárias da pessoa e do bem comum.

O conceito de 'defesa' e 'civil' representam as coordenadas precisas e expressam sua missão de maneira profunda, diria mesmo a sua 'vocação': proteger as pessoas e a sua dignidade - bens centrais da sociedade civil - nos casos trágicos de catástrofe e de emergência que ameaçam a vida e a segurança de famílias e comunidades inteiras. Tal missão não consiste somente em gestão da emergência, mas em uma contribuição oportuna e meritória à realização do bem comum, o qual representa sempre o horizonte da convivência humana também, e sobretudo, nos momentos de grandes provas. Essas são uma oportunidade de discernimento, e não de desespero. Oferecem a oportunidade de formular um novo planejamento social, orientado majoritariamente para a virtude e o bem de todos.

A dupla dimensão da defesa, que se exprime seja durante a situação de emergência ou depois, é expressa pela figura do Bom Samaritano, delineada no Evangelho de Lucas (cf. Lc 10, 30-35). Esse personagem mostrou certamente caridade e humildade para ajudar o infeliz no momento da máxima necessidade. E a isso tudo - alguns por indiferença, outros pela dureza de coração - muitos olhares se distanciam. O Bom Samaritano nos ensina, no entanto, a ir além da emergência e a preparar, poderíamos dizer, o retorno à normalidade. Ele, de fato, ata as feridas homem deitado no chão, mas depois se preocupa em confiá-lo ao dono da hospedaria, superada a emergência, para que possa se recuperar.

Como nos ensina o relato evangélico, o amor ao próximo não pode ser delegado: o Estado e a política, embora com os cuidados necessários pelo bem-estar, não podem substituí-lo. Como escrevi na Carta Encíclica Deus Caritas Est: "O amor será sempre necessário, mesmo na sociedade mais justa. Não há qualquer ordenamento estatal justo que possa tornar supérfluo o serviço do amor. Quem quer desfazer-se do amor, prepara-se para se desfazer do homem enquanto homem. Sempre haverá sofrimento que necessita de consolação e ajuda" (n. 28). Isso exige e exigirá sempre o compromisso pessoal e voluntário. Precisamente por esse motivo, os voluntários não são "paliativo" na rede social, mas pessoas que realmente contribuem para moldar a face humana e cristã da sociedade. Sem o voluntariado, o bem comum e a sociedade não podem durar muito tempo, porque seu progresso e dignidade dependem, em grande medida, exatamente daquelas pessoas que fazem mais que o seu dever.

Queridos amigos! O vosso empenho é um serviço prestado à dignidade do homem, fundada com base no seu ser criado à imagem e semelhança de Deus (cf. Gen 1, 26). Como nos mostrou o episódio do Bom Bamaritano, há olhares que podem ir para o nada ou mesmo para o desprezo, mas há também aqueles que podem expressar o amor. Além de guardiões do território, sejam sempre mais ícones viventes do Bom Samaritano, dando atenção ao próximo, recordando a dignidade humana e suscitando esperança. Quando uma pessoa não se limita a fazer apenas o seu dever na profissão e na família, mas compromete-se pelos outros, seu coração se expande. Quem ama e serve gratuitamente o outro como próximo, vive e age segundo o Evangelho e participa da missão da Igreja, que sempre olha para a pessoa como um todo e quer fazê-la sentir o amor de Deus.

Queridos voluntários e voluntárias, a Igreja e o Papa apoiam o seu serviço valioso. A Virgem Maria, que vai "às pressas" ao encontro da prima Isabel para ajudá-la (cf. Lc 1, 39), seja o vosso modelo. Embora vos confio à intercessão de vosso padroeiro, São Pio de Pietrelcina, asseguro minhas recordações na oração e, com afeto, concedo-vos a vós e vosso entes queridos a Bênção Apostólica.

Benedictus, P.P. XVI

quarta-feira, 3 de março de 2010

8º Aniversário de Ordenação Episcopal de Dom Airton José dos Santos

Na Catedral de Santana, em Mogi das Cruzes, foi celebrada ontem, dia 02 de Março de 2010, a Santa Missa em ação de graças pelo 8º Aniversário de Ordenação Episcopal de Dom Airton José dos Santos, Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes.

Veja as imagens retiradas do Blog dos Arautos do Evangelho em Suzano.



terça-feira, 2 de março de 2010

Missa em ação de graças pelo 172º Aniversário de Fundação de Salesópolis


No último domingo, dia 28 de Fevereiro de 2010, o Exmo. Revmo. Sr. Dom Airton José dos Santos, Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, celebrou a Santa Missa Solene, na Igreja Matriz de São José, por ocasião do172º Aniversário de Fundação da Vila de São José do Paraitinga, hoje Salesópolis. Concelebraram o Revmo. Sr. Pe. Rosalvo Cordeiro de Lima, Pároco da Paróquia São José, o Revmo. Sr. Pe. Edinei Maia dos Santos, Administrador da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, e o Revmo. Sr. Diácono Antonio Paulino de Miranda Melo.

No início da homilia Dom Airton saudou as autoridades locais presentes na Santa Missa, bem como saudou afetuosamente os casais das Equipes de Nossa Senhora, Setor Mogi das Cruzes, que também estavam presentes na celebração. Dom Airton ressaltou a importância do Tempo da Quaresma em nosso caminho para a Páscoa.

Disse ainda da importância da cidade, sendo o local onde as pessoas convivem, por isso precisa sempre de condições para que a vida de seus membros e que a cidade é bela não somente por seus monumentos, mas sim pelos seus cidadãos e que a cidade cresce quando as pessoas que nela vivem crescem.

Fotos gentilmente cedidas pela Foto Faria
Fotógrafo Márcio José Faria
Salesópolis-SP

segunda-feira, 1 de março de 2010

Programação para o mês de Março

Programação para o mês de Março

02 – 8º Aniversário Episcopal de Dom Airton José dos Santos

08 – Dia Internacional da Mulher

08 – 1º Aniversário do Blog Igreja Matriz São José

13 a 21 – Festa de São José – Padroeiro Paroquial e Municipal

19 – Solenidade de São José, Esposo da Virgem Maria

25 – Solenidade da Anunciação do Senhor

28 – Domingo de Ramos

28 – Coleta Nacional da Solidariedade CFE 2010
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...