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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Encerrando o mês de Agosto


Encerrando o mês de Agosto, o Mês Vocacional, agradecemos a Deus pela diversas vocações e ministérios presentes na Igreja. Neste Ano Sacerdotal suplicamos a Deus na intenção dos padres para que sejam mais santos e sempre sirvam ao Senhor com alegria. Rezamos também pelos pais de família, e por toda a família, para que a célula mater da sociedade seja sinal de graças e bençãos de Deus. Pelos religiosos para que sendo fiéis a vocação chamada se empenhem cada vez mais pela santificação do mundo inteiro. Enfim, pelos catequistas e ministros leigos, para que buscando a Cristo, nosso Mestre e Senhor, sejamos sal da terra e luz do mundo, vivendo em nosso dia-a-dia a coerência da fé.

domingo, 30 de agosto de 2009

Papa Bento XVI no Angelus dominical


Durante a recitação do Angelus Dominical, em sua residência de verão em Castelgandolfo, neste domingo, 30 de Agosto de 2009, Sua Santidade o Papa Bento XVI recordando Santa Mônica convidou os pais a dedicarem-se a educação dos filhos no amor de Deus e encorajou os países industrializados a cooperarem responsavelmente para que as populações mais pobres não paguem o preço das mudanças climáticas.


O Pontífice enfatizou a Exortação Apostólica Familiaris Consortio, de João Paulo II dizendo:


"Este documento, além de ilustrar o valor do matrimônio e as tarefas da família, pede aos esposos um empenho especial no caminho da santidade, extraindo graças e força do Sacramento do matrimônio, que os acompanha durante toda sua existência."


Fonte Rádio Vaticano e Canção Nova

Dia do Catequista




Neste último domingo do mês de Agosto, o Mês Vocacional, celebramos o Dia do Catequista, louvamos e agradecemos a Deus pelas pessoas que, em sua condição, doam sua vida e um pouco de seu tempo para o Anúncio explícito da Palavra de Deus.
Os pais são os nossos primeiros catequistas, aprendemos as coisas da fé já dentro de nossas casas, a começar pelo exemplo de vida.
Celebramos o Ano Catequético, momento forte de reflexão sobre a catequese que não pode, de forma alguma, parar na preparação sacramental, é preciso formarmos verdadeiros discípulos e missionários de Cristo, unir a aprendizagem a prática e a celebração da fé. Como um tripé. Aprende, pratica e celebra a fé em Cristo e na Igreja Católica.
O Documento de Aparecida dá um grande valor a catequese, nos chama atenção a necessidade de um "encontro pessoal com Cristo", a catequese abrange toda a vida da pessoa, não são em algumas etapas da vida, é na verdade um processo constante. Você está aprendendo cada dia mais sobre a Fé da Igreja? No mundo atual em que a informação é quase que automática muitos são os meios para aprender sobre a fé, mas não deixamos de praticá-la em nosso dia-a-dia e de celebrá-la em comunidade. Santifiquemos o nosso Domingo participando da Liturgia da Santa Missa, unindo o Sacrifício de Cristo a nossa vida.

Parabéns catequistas pelo seu dia!

22o. Domingo do Tempo Comum

Neste dia 30 de Agosto celebramos o 22o. Domingo do Tempo Comum. Percebemos neste Domingo que Religião não é tanto realizar uma série de ritos de purificação, mas, sim, fazer a opção pelo projeto salvífico do Senhor.
Neste último domingo do mês de Agosto, o Mês Vocacional, celebramos o Dia do Catequista, louvando e agradecendo a Deus pela evangelização, mais do que preparação sacramental, neste Ano Catequético, aprendemos que catequizar é anunciar e viver o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Liturgia da Santa Missa nos apresenta as seguintes leituras:
1a. Leitura Deuteronômio 4, 1-2.6-8: Deus deseja que se cumpra na humanidade a justiça e o amor. Somente quando os verdadeiros discípulos do Senhor escolherem seus mandamentos a paz reinará neste mundo;
Salmo Responsorial 14 (15): "Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo habitará?"
2a. Leitura Tiago 1, 17-18.21-22.27: Aquele que se torna mero ouvinte da Palavra de Deus mas não a põe em prática engana a si mesmo, é preciso praticar a religião verdadeira que se realiza não só em palavras, mas sobretudo em atos sinceros. Iniciando a reflexão da Carta de São Tiago, somos impelidos a uma verdadeira vida religiosa, não basta dizer "eu sou católico" é preciso ser católico de fato, cumprir os mandamentos do Senhor amando a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo, sendo pessoas justas e sempre buscando o bem comum;
Evangelho Marcos 7, 1-8.14-15.21-23: Retornamos as reflexões do evangelho de São Marcos, Jesus é questionado pelos fariseus, muito embora até hoje os cristãos são muito questinados pela sociedade. É preciso fazer uma distinção entre querer fazer a vontade de Deus ou seguir as tradições humanas. Jesus diz "O que torna impuro o homem é o que sai do seu interior", ou seja, Deus quer a pureza de nosso coração para que nossos gestos externos sejam de fato agradáveis a Ele.

sábado, 29 de agosto de 2009

29 de Agosto - Dia do Martírio de São João Batista


Neste dia 29 de Agosto a Igreja celebra o Martírio de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista... De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João...Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar." (Mt 11, 11- 14)

Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem "precedeu" como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.

São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito:" Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente..." ( Lc 1, 15)

São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galiléia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades - sua cunhada - e com ela vivia como esposo. Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: "Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista" ( Mc 6,25).

João Batista morre vítima de sua fé nos valores de conversão messiânica que havia pregado, e, ainda, pela dureza do coração do homem impregnado de pecados. Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.

São João Batista, rogai por nós!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Igreja Matriz São José sediou evento do Mapa Cultural Paulista


Na noite desta Sexta-feira, dia 28 de Agosto de 2009, a Igreja Matriz São José, em Salesópolis-SP, sediou evento da Fase Regional - Região da Grande São Paulo - do Mapa Cultural Paulista edição 2009/2010.


Promovido pelo Governo do Estado de São Paulo o evento realizado em Salesópolis teve a particiação de 07 municípios da Grande São Paulo que se apresentaram na expressão Canto Coral.


O maior marco da catolicidade da cidade de Salesópolis, sede da Paróquia São José, com suas belezas artísticas que nos remetem a oração e a reflexão, a Igreja Matriz de São José, proporcionou aos participantes um momento de ouvir e aplaudir belíssimas apresentações.


Participaram do evento as seguintes cidades com seus respectivos corais:


Barueri: Coral em Canto de Barueri
Cajamar: Coral Municipal de Cajamar
Itapecerica da Serra: Sublime Louvor
Itapevi: Coral Allegreto
Osasco: Madrigal "NAEM"
São Caetano do Sul: Coral da Fundaçao das Artes de S.C.S
Vargem Grande: Coral Lirico Experimental Dell'arte


Pastoral dos Surdos realiza Romaria à Aparecida


A Pastoral dos Surdos do Brasil realiza no próximo domingo, dia 30 de Agosto de 2009, uma Romaria ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. O evento, que acontece anualmente, há quase 50 anos, reúne várias comunidades de surdos e coordenadores das pastorais de todo o país, que realizam a peregrinação em agradecimento ao Dia dos Catequistas.


A romaria sempre aconteceu no Dia Nacional do Surdo (26 de setembro) e que este ano mudou-se a data para o mês de agosto para que os surdos possam celebrar seu dia em suas próprias comunidades paroquiais.


Programação da Romaria
09h – Recepção e acolhida

09h30 – Apresentação das bandeiras das pastorais

09h50 – Palestra “Ano Catequético”: Ir. Marta Barbosa / Instituto Santa Teresinha - SP

10h30 – Informações gerais: Janeiro de 2010 * 15º Encontro Nacional da Pastoral dos Surdos - ENAPAS * 5º Encontro dos Intérpretes Católicos - ENCICAT

10h50 – Celebração da Missa - Frei Silvio Mascarenhas e padres presentes

11h45 – Apresentação do filme em língua de sinais: "Memória de padre Vicente", primeiro padre surdo do Brasil que faleceu em julho deste ano, aos 88 anos de idade.


Fonte Canção Nova

28 de Agosto - Dia de Santo Agostinho


Hoje, 28 de Agosto, a Igreja celebra a memória de Santo Agostinho, Bispo e doutor da Igreja, que tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.


Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.


Com a morte do pai, saiu Agostinho para aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou freqüentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.


O seu processo de conversão, recebeu um "empurrão" quando na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: "Toma e lê", e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13s) a força para a decisão por Jesus:"...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo...não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências". Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio.


Depois de "perder" sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.


Santo Agostinho, rogai por nós!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Câmara dos Deputados aprova Estatuto da Igreja Católica

O Plenário da Câmara dos Deputados, aprovou, nesta quarta-feira, 26, o Projeto de Decreto Legislativo 1736/09, que trata do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, assinado em novembro de 2008 pelo Papa Bento XVI e o presidente Luís Inácio Lula da Silva. O texto ratifica normas já cumpridas no país sobre o ensino religioso, o casamento e a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais. O projeto segue agora para o Senado. Fonte Canção Nova

27 de Agosto - Dia de Santa Mônica


Hoje, 27 de Agosto , a Igreja celebra a memória de Santa Mônica, que nos provou com sua vida que realmente "tudo pode ser mudado pela força da oração." Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.


Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: "Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas".


Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: "Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer".


Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: "Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade".


Santa Mônica, rogai por nós!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Papa Bento XVI falou sobre preservação ambiental em Audiência Geral


Em sua Audiência Geral, nesta quarta-feira, Sua Santidade o Papa Bento XVI, durante a catequese semanal, recordou a importância da preservação do meio-ambiente como questão de urgente ação não só dos países e da comunidade internacional, como também de cada indivíduo, e enfatizou:


“A natureza é um dom do Criador, que traçou os seus ordenamentos intrínsecos, dos quais o homem há de tirar as devidas orientações para guardar e cultivar”


E falando em língua portuguesa Pontífice saudou um grupo de nossa Diocese:


"Saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os grupos do Coral de Vila Real e de Mogi das Cruzes, desejando que esta visita ao Sucessor de Pedro fortaleça a vossa fé e vos ajude a irradiar o Amor de Deus na própria casa e na sociedade. O Pai do Céu derrame os seus dons sobre vós e vossas famílias, que de coração abençoo ."


Fonte Rádio Vaticano

Igreja no Brasil apóia PEC da alimentação


O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Pedro Luiz Stringhini, confirmou o apoio da CNBB à PEC 047/2003, que inclui a alimentação entre os direitos fundamentais estabelecidos no artigo 6º da Constituição Federal. Dom Pedro conclama a população a participar do abaixo-assinado em favor da PEC.


"Fazemos um pedido aos senhores cardeais, arcebispos, bispos, párocos, vigários, diáconos, religiosas, religiosos, lideranças das comunidades, dos movimentos, das pastorais e dos organismos a apoiarem de forma mais efetiva esta campanha", diz Dom Pedro em carta aberta à população.


A PEC já foi aprovada pelo Senado e tramita há três anos na Câmara dos Deputados, podendo ser aprovada no dia 16 de outubro. O abaixo-assinado pedindo a aprovação da PEC está disponível no
site do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Participe!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Graças a Deus . . .


O Presidente de Portugal, Cavaco Silva, vetou nova lei das chamadas "Uniões de Fato" que equipara tais uniões ao casamento.

Cavaco Silva considera inoportuno que em final de legislatura se produzam alterações de fundo à atual lei, uma situação que exige uma discussão com profundidade. Por estas razões é que o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa elogia a posição do Chefe de Estado, em entrevista Dom Jorge Ortiga diz que a nova lei é precipitada e inoportuna.


Fonte Rádio Vaticano

Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida sediará Peregrinação Nacional de Sacerdotes

Peregrinação marcará Ano Sacerdotal


Uma grande peregrinação dos padres ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, está sendo organizada pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), para o dia 6 de fevereiro de 2010. A peregrinação fará parte da programação do 13º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), que acontecerá em Itaici, município de Indaiatuba (SP), de 3 a 9 de fevereiro.

“(A peregrinação) será o momento propício de expressão do desejo de unidade, sinal do corpo presbiteral do Brasil, no louvor e ação de graças pelo Ano Sacerdotal e os 25 anos de Encontros Nacionais de Presbíteros”, disse o presidente da CNP, Pe Francisco dos Santos, em carta enviada a todos os padres do Brasil.

Segundo Pe Francisco, a celebração em Aparecida será o momento de visibilidade dos 25 anos de ENPs e de ação de Graças pelo Ano Sacerdotal. A missa será presidida pelo presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Retiro em preparação ao Sacramento da Crisma










Aconteceu em nossa Paróquia São José, ontem, 23 de Agosto de 2009, o Retiro em preparação ao Sacramento da Crisma. O dia de reflexão iniciou às 08h com a Santa Missa presidida pelo Pe Rosalvo na Igreja Matriz, depois continuou até às 17h no Centro de Pastoral com palestras, dinâmicas e outros eventos que prepara jovens e adultos para receber o Sacramento da Confirmação que será administrado pelo Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, Dom Airton José dos Santos, no próximo dia 19 de Setembro, às 19h30 na Igreja Matriz São José, aqui em Salesópolis.
Rezemos por nossos jovens e adultos que se preparam para esta etapa importante da profissão de sua fé católica. Parabéns a Equipe de Catequistas que organizou este encontro, pois sabemos que formando bons cristãos estamos formando bons cidadãos, homens e mulheres de bem.
Fotos pela Equipe de Catequistas com a colaboração do catequista Júnior

24 de Agosto - Dia de São Bartolomeu


Hoje, 24 de Agosto, a Igreja celebra a festa de São Bartolomeu, apóstolo de Cristo, que na Bíblia é citado com o nome de Natanael (que significa dom de Deus). Os três Evangelhos sinóticos chamam-lhe sempre Bartolomeu ou Bar-Talmay (filho de Talmay em aramaico). Nasceu em Caná da Galiléia, naquela pequena aldeia onde Jesus transformou a água em vinho.


Bartolomeu é modelo para quem quer se deixar conduzir pelo Senhor, pois, assim encontramos no Evangelho de São João: "Felipe vai ter com Natanael e lhe diz: 'É Jesus, o filho de José de Nazaré'". Depois de externar sua sinceridade e aproximar-se do Cristo, Bartolomeu ouviu dos lábios do Mestre a sua principal característica: "Eis um verdadeiro israelita no qual não há fingimento" (Jo 1,47).


Pertencente ao número dos doze, São Bartolomeu conviveu com Jesus no tempo da vida pública e pôde contemplar no dia-a-dia o conteúdo de sua própria profissão de fé: "Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel". Depois da Paixão, glorificação do Verbo e grande derramamento do Espírito Santo em Pentecostes, conta-nos a Tradição que o apóstolo Bartolomeu teria evangelizado na Índia, passado para a Armênia e, neste local conseguido a conversão do rei Polímio, da esposa e de muitas outras pessoas, isto até deparar-se com invejosos sacerdotes pagãos, os quais martirizaram o santo apóstolo, após o arrancarem a pele, mas não o Céu, pois perseverou até o fim.


São Bartolomeu, rogai por nós!

domingo, 23 de agosto de 2009

Bento XVI e sua recuperação


Rezemos pelo Papa Bento XVI e sua recuperação, peçamos ao Senhor que abençoe e proteja o Sumo Pontífice da Igreja Católica.

Artigo publicado no Site da CNBB sobre o acordo entre o Brasil e a Santa Sé

Reproduzimos aqui a íntegra de um interessante artigo publicado no Site da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - sobre o Acordo entre o Estado Brasileiro e a Santa Sé.
Laicidade e Acordo Brasil-Santa Sé
"Um dos argumentos que, por vezes, se lança a título de dúvida sobre a legitimidade constitucional do Acordo Brasil-Santa Sé é o de que o tratado não se conformaria com o art. 19, I, da Constituição.

Basta que se atente para o sentido do preceito, auxiliado pela história dessa norma e pelo seu significado na sistemática da Lei Maior, para que se afaste semelhante ordem de perplexidade.
O art. 19, com o inciso I, da Constituição da República, dispõe:

Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.

A leitura, mesmo que superficial, do Acordo deixa nítido que, por esse documento de direito internacional, não se cria, nem se pretende criar, uma nova agremiação religiosa, muito menos se deseja embaraçar, nem se logra prejudicar, o funcionamento de qualquer denominação religiosa. Basta ver que nenhum dos dispositivos do Acordo impõe restrição alguma a outras religiões (ao contrário, no que tange ao ensino religioso, o tratado cria a obrigação de o Estado proteger as demais religiões, assegurando a todas o mesmo direito de acesso aos seus fiéis em fase escolar).

O Acordo internacional não fixa nenhuma relação de dependência entre as partes. O Estado brasileiro não se torna submisso à estrutura eclesiástica católica, nem perde a sua autonomia para a gestão da coisa pública. A Igreja tampouco passa a ser gerenciada por agentes estatais. O Acordo, antes, somente existe porque a Santa Sé e o Estado brasileiro se reconhecem com sujeitos soberanos de Direito. O Acordo é, ao invés de um documento de sujeição, um ato de afirmação da irredutibilidade de uma dessas pessoas jurídicas de direito internacional à outra, pressupondo essa mesma inconfundível identidade de cada uma.

O Acordo não tem por objeto fortalecer, quer o Estado brasileiro, quer a religão católica, perante algum incogitável inimigo comum. Não há nenhuma pertinência em supor que, por meio desse Acordo, se esteja firmando uma aliança entre o Estado e a Santa Sé vedada constitucionalmente. O Acordo, conforme já o perceberam tantos, apenas homenageia a liberdade religiosa no país, cuidando de cercar esse direito básico dos limites e das garantias recomendados pelo momento que se vive.

Nada do que o art. 19 pretende prevenir está presente no Acordo Brasil-Santa Sé; a compreensão dessa realidade se beneficia do entendimento do próprio texto do art. 19, I, nas suas razões históricas.

A cláusula do art. 19, I, da Constituição de 1988, é comum nas constituições republicanas. Desde 1891, as constituições passaram a repetir, com certas variações circunstancias, a vedação expressa a que o Estado crie, subvencione ou embarace culto ou igreja. Essa norma tantas vezes reiterada tem a sua inteligência indissociável da sua razão de ser, que não se dá ao conhecimento sem que se contemple a sua gênese na tradição republicana.

Ao tempo da Constituição do 1824, o catolicismo era a religião oficial do Estado, que tinha obrigação de mantê-lo e era detentor de prerrogativas na administração das suas atividades, interferindo até no desempenho das suas liturgias. Permitia-se às demais religiões o “culto doméstico ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo” (art. 5º).

Com o fim do Império, deu-se por superado o sistema de ingerências recíprocas nas economias internas do Estado e da religião oficial, marca do regime do padroado. João Barbalho nos recorda que “o Governo Provisório, por decreto n. 119 A de 7 de janeiro de 1890, antecipara à Constituição a decretação da plena liberdade de cultos e vedara aos poderes públicos estabelecer, regulamentar e custear qualquer religião” (Constituição Federal Brasileira (1891), edição fac-similar. Brasília: Senado Federal, 2002, p.41).

A Constituição de 1891 também estatutiu que “nenhum culto ou igreja terá relação de dependência ou aliança com o governo da União ou dos Estados” (art. 72, § 7º). Visava-se esclarecer que todos os cultos seriam respeitados, “com as únicas restrições fundadas na moral e ordem pública, e não consentindo que qualquer deles invada os direitos individuais ou os do Estado” (João Barbalho, ob. cit., p. 314). O publicista da Primeira República salienta que se pretendia afastar a imposição de uma religião pelo Estado ao cidadão, no suposto de que “recalcitra a consciência quando sente a mão do Estado”, e diante do que, então, se revelou de incômodo na dependência recíproca do Estado e da religião, um embaraço à “comoda e auspiciosa coexistência das duas instituições” (id., ibidem).

O governo republicano pretendia superar o tipo de relação do Estado com a religião oficial, que impossibilitava a convivência desta com outras denominações religiosas na vida pública. Lê-se a proibição de o Estado “estabelecer, subvencionar ou embaraçar o exercício de cultos religiosos” (art. 11, 2º, da Constituição de 1891) como resposta ao momento anterior, que se pretendia vencer.

Como é característico das refutações jurídicas a situações de fato muito próximas no tempo, foram cometidos excessos. A Constituição de 1891, por exemplo, não somente proclamou que o ensino público haveria de ser leigo (art. 72, § 6º), como chegou ao extremo de proibir que os religiosos, sujeitos a voto de obediência perante a respectiva congregação, se alistassem como eleitores (art. 70, § 1º, 4º). Tampouco a Constituição previa forma de colaboração recíproca entre o Estado e as igrejas. O Decreto nº 510 de 22 de junho de 1890 estabeleceu estar “excluída do país a companhia de jesuítas e proibida a fundação de novos conventos ou ordens monásticas”, regra expressamente reiterada no Decreto nº 914 A de 23 de outubro de 1890.

As constituições seguintes não cederam a tantos desses desvios do estritamente necessário para se atingir a finalidade da não-interferência do Estado sobre a liberdade de consciência do cidadão.

As proibições a ordens religiosas e as restrições políticas aos seus integrantes desapareceram. Na Constituição subsequente, de 1934, repetiu-se a vedação a que as pessoas de direito público interno viessem a “estabelecer, subvencionar ou embaraçar o exercício de cultos religiosos, ter relação de aliança ou dependência com qualquer culto ou igreja” (art. 17). Acrescentou-se que não estava proibida a “colaboração recíproca em prol do interesse coletivo”. A mesma ressalva não foi reproduzida na Constituição da ditadura do Estado Novo, que se limitou a vedar à União, Estados e Municípios, “estabelecer, subvencionar ou embaraçar o exercício de cultos religiosos” (art. 32).

Em 1946, tornou-se a aludir à colaboração do Estado com igrejas. O art. 31 da Constituição então elaborada proibiu os poderes políticos de “estabelecer ou subvencionar cultos religiosos ou embaraçar-lhes o exercício, ter relação de aliança ou dependência com qualquer culto ou igreja, sem prejuízo da colaboração recíproca em prol do interesse coletivo”. A norma foi inserida, ante a ponderação de constituintes no sentido de que “não é possível voltarmos ao Estado leigo, agnóstico de outras eras. O fenômeno religioso não pode ser esquecido. (...) A finalidade do Estado não é só jurídica, como os homens de 91 entendiam” (José Duarte. A Constituição Brasileira de 1946. Rio, 1947, 1º vol., p. 566).

A Constituição de 1967 segue essa linha (art. 9º) e a Emenda Constitucional n. 1/69 aduz que a colaboração há de ser feita nas formas e nos limites de lei federal.

Como se nota, o preceito do art. 19, I, da Constituição em vigor, apenas dá curso a uma tradição normativa republicana, valendo-se, inclusive, de termos que se repetem nos diplomas constitucionais anteriores. Essa tradição, retificados os excessos dos seus momentos iniciais, não se inclina pela impossibilidade de o Estado manter ligação com igrejas; diferentemente, tem por meta obviar a interferência do Estado sobre a economia interna das religiões e impedir medidas que impeçam a livre existência de denominações religiosas – tudo em favor da efetiva liberdade religiosa do cidadão.

É interessante notar que nem mesmo nos ardores positivistas da proclamação da República foi imaginado um sistema em que o Estado se alijasse, como que em repugnância, da religião. Ao contrário, a tradição republicana aponta para a inclinação por uma confluência de atuações, no que o bem comum recomenda e o exercício da religião necessita, mantida a independência funcional e estrutural básica do Estado com relação às igrejas.

O certo é que nada do que decorre da linha republicana de relacionamento do Estado com a religião pode ser visto como impedimento a que o Estado brasileiro celebre ato de direito internacional com a Santa Sé – sobretudo quando se sabe que esta é reconhecida pela generalidade dos países como sujeito de direito internacional.

Nada no art. 19, I, da Constituição atual, é estorvo para que o tratado Brasil-Santa Sé, como redigido e assinado, seja aprovado e implementado. O que esse art. 19, I, repele é que o Estado institua ou funde uma igreja ou que interfira sobre decisões próprias do culto de qualquer religião. Nos seus Comentários à Constituição de 1988, Cretella Júnior esclarece o que está proibido por esse dispositivo, ao dizer que “o Estado não pode imiscuir-se na prática da fé religiosa, criando cultos, embaraçando-os, ou subvencionando-os”, sem prejuízo da “colaboração por interesse público” (São Paulo: Saraiva, 1991, vol 3, p. 1178).

Esse é o sentido da laicidade do Estado que se pode descobrir do art. 19 e da linhagem histórica que o explica. A Constituição não quer o Estado inimigo da religião. A religião, como se nota dos dispositivos da declaração de direitos fundamentais, é um bem que o Estado se compromete a tutelar. O art. 19 expressa, sim, dois modos de proteção da liberdade de religião – aquele da não-imposição aos indivíduos de uma religião por parte dos poderes públicos e aquele outro da garantia do tratamento não-discriminatório das religiões existentes.

Celebrar um tratado com a Santa Sé não é formar a aliança que o constituinte recrimina. O tratado não importa em o Estado brasileiro assumir financeira ou administrativamente o culto da religião católica – em nenhum ponto, o Acordo permite uma semelhante leitura. O tratado tampouco prejudica, de nenhuma forma, o funcionamento das demais religiões. Na realidade, ao contrário, o Acordo abre para as demais denominações religiosas o caminho da formação bilateral de normas ajustadas às necessidades peculiares de cada qual, em benefício da plena fruição dos direitos decorrentes da proclamação da liberdade religiosa pela Constituição da República.

Ante o disposto no art. 19, I, da Constituição em vigor; ante o que se proclama nos incisos VI, VII e VIII do art. 5º, da mesma Carta, em termos de direitos negativos (de abstenção) e também positivos (de prestação); ante a preocupação que move o constituinte a cogitar da objeção de consciência no art. 143, § 1º; ante o alto valor que o constituinte reconhece à religião, a ponto de garantir o ensino religioso em estabelecimentos públicos (art. 210, § 1º) e de reconhecer, no art. 226, § 2º, efeitos civis ao casamento religioso (ato de culto) e até a dispor sobre o regime tributário singular das igrejas (art. 150, Vi, b); ante a inequívoca parceria constitucional que o constituinte entendeu de firmar com as religiões em prol do bem comum desejado pela ordem que instituiu, chegando mesmo a se servir das igrejas para difundir o seu ideal de promoção humana plena, como se vê do art. 64 do ADCT; ante essas evidências de que a Constituição não é avessa à religião, nem lhe é indiferente, não se pode afirmar que o princípio da laicidade do Estado, como acolhido pelo constituinte, seja empeço para o Acordo Brasil-Santa Sé."

Resposta a comentários

Sra Ana Maria Nunes, reportando-nos a sua indagação na postagem anterior esclarecemos que seus comentários não são deletados, inclusive este Blog Igreja Matriz São José agradece sua manifestação. Pedimos que verifique, no momento da postagem de seus comentários, se há alguma mensagem ou algum pedido de salvamento dos dados digitados. Qualquer dúvida entre em contato novamente, muito obrigado e não deixe de postar seus comentários!

Papa Bento XVI na recitação do Angelus deste Domingo


Comentando o Evangelho deste 21. Domingo Comum, em que muitos discípulos abandonam o seguimento de Jesus, Sua Santidade o Papa Bento XVI, durante a recitação do Angelus domincal, disse que seguir Jesus comporta dificuldades e renúncias e enfatizou:


“Também hoje, não são poucos aqueles que ficam escandalizados diante do paradoxo da fé cristã. O ensinamento de Jesus parece duro, demasiado difícil de acolher e de pôr em prática. Há então quem o recusa e abandona Cristo; há quem tenta adaptar a sua palavra às modas do tempo desnaturando-lhe o sentido e o valor. "


Note-se na imagem do Santo Padre que foi retirado o gesso de seu punho direito, na última Sexta-feira, iniciando-se agora um programa de fisioterapia para melhor recuperação da lesão sofrida em 17 de Julho. Fonte Rádio Vaticano

23 de Agosto - Dia de Santa Rosa de Lima


Hoje, 23 de Agosto, é dia de grande alegria, pois celebramos a memória de Santa Rosa de Lima a primeira santa da América do Sul, Padroeira do Peru, das Ilhas Filipinas e de toda a América Latina. Santa Rosa nasceu em Lima (Peru) em 1586; filha de pais espanhóis, chamava-se Isabel Flores, até ser apelidada de Rosa por uma empregada índia que a admirava, dizendo-lhe: "Você é bonita como uma rosa!". Rosa bem sabia dos elogios que a envaideciam, por isso buscava ser cada vez mais penitente e obedecer em tudo aos pais, desta forma, crescia na humildade e na intimidade com o amado Jesus.

Quando o pai perdeu toda a fortuna, Rosa não se perturbou ao ter que trabalhar de doméstica, pois tinha esta certeza: "Se os homens soubessem o que é viver em graça, não se assustariam com nenhum sofrimento e padeceriam de bom grado qualquer pena, porque a graça é fruto da paciência".

A mudança oficial do nome de Isabel para Rosa ocorreu quando ela tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, da mesma família de sua santa e modelo de devoção: Santa Catarina de Sena e, a partir desta consagração, passou a chamar-se Rosa de Santa Maria. Devido à ausência de convento no local em que vivia, Santa Rosa de Lima renunciou às inúmeras propostas de casamento e de vida fácil: "O prazer e a felicidade de que o mundo pode me oferecer são simplesmente uma sombra em comparação ao que sinto".

Começou a viver a vida religiosa no fundo do quintal dos pais e, assim, na oração, penitência, caridade para com todos, principalmente índios e negros, Santa Rosa de Lima cresceu na união com Cristo, tanto quanto no sofrimento, por isso, tempos antes de morrer, aos 31 anos (1617), exclamou: "Senhor, fazei-me sofrer, contanto que aumenteis meu amor para convosco".

Foi canonizada a 12 de Abril de 1671 pelo Papa Clemente X.

Santa Rosa de Lima, rogai por nós!

5000 acessos

Chegamos hoje a marca dos 5000 acessos desde 28/06/2009. Mais uma vez agradecemos a todos que nos acompanham e pedimos que sempre se manifestem expressando sua opinião e sugestões. Divulguemos sempre mais este canal de comunicação da Igreja Católica. Deus abençõe a todos!

21o. Domingo de Agosto

Celebramos hoje, 23 de Agosto de 2009, o 21. Domingo do Tempo Comum, Jesus tem para nós palavras de vida eterna. Domingo, dia do Senhor, nos reunimos para a Páscoa Semanal do cristão, ouvindo sua Palavra, participando o Sacrifício de Cristo e nos alimentando da Eucaristia. Neste 4. Domingo de Agosto, o Mês Vocacional, recordamos todos os ministérios leigos da comunidade.
A Liturgia da Missa nos apresenta as seguintes leituras:
1a. Leitua Josué 24, 1-2.15-18: O discípulo e missionário precisa ser claro nas suas opções;
Salmo Responsorial 33 (34): "Provai e vede quão suave é o Senhor"
2a. Leitura Efésios 5, 21-32: Um casal, unido santamente pelo Sacramento do Matrimônio, revela o amor de Cristo pela sua Igreja;
Evangelho João 6, 60-69: Encerrando as meditações do capítulo 6 do Evangelho de São João, 'o discurso eucarístico de Jesus', entendemos que o projeto do Senhor é exigente e por isso suas palavras nem sempre são fáceis de aceitar. Os discípulos se escandalizaram porque Jesus disse 'Meu corpo é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira comida', mas Pedro faz sua profissão de fé 'A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna'.

sábado, 22 de agosto de 2009

Papa Bento XVI faz apelo aos jovens


Sua Santidade o Papa Bento XVI fez hoje um apelo aos jovens:


"Caros jovens, não sigam o caminho do orgulho, mas o caminho da humildade. Caminhem contracorrente: não ouçam as vozes reboantes que hoje em muitas partes propõem modelos de vida caracterizados pela arrogância e pela violência, marcados pela prepotência e pela busca do sucesso a todo custo, pelo aparecer e pelo ter, em detrimento do ser... Caros amigos, não tenham medo de preferir os caminhos 'alternativos' indicados pelo verdadeiro amor... Não tenham medo de se mostrar diferentes e de ser criticados por quilo que pode parecer fora de moda. Os coetâneos de vocês, como também os adultos – e especialmente aqueles que parecem mais distantes da mentalidade e dos valores do Evangelho – têm uma profunda necessidade de ver alguém que ouse viver segundo a plenitude de humanidade manifestada por Jesus Cristo. Caros amigos, o caminho da humildade não é, portanto, o caminho da renúncia, mas da coragem."

22 de Agosto - Dia de Nossa Senhora Rainha


Uma semana depois de celebrar a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, hoje, 22 de Agosto, a Igreja celebra a Festa de Nossa Senhora Rainha. Deus a amou e fez dela a mais santa de todas as criaturas.

A celebração de Nossa Senhora Rainha foi instituída pelo Papa Pio XII em 1955, visa aproximar a realeza da Virgem Maria à sua gloriosa Assunção ao céu. Maria, nossa mãe, e Senhora nossa, ao participar da realeza de Cristo, é proposta como modelo e sinal de esperança para os cristãos.

Maria é coroada Rainha e Senhora do céu e da terra, Rainha dos anjos, dos mártires, dos apóstolos, dos confessores, de todos os homens e mulheres, porque aceitou o participar da redenção da humanidade e de seu corpo gerou o corpo do Salvador do mundo, Jesus Cristo. Ela mesma nos diz: "O Poderoso realizou grandes coisas em meu favor" (Lc 1,49).

Oração

Senhor, hoje quero vos louvar por Maria, a esposa de José. Vós a amaste e a fizestes a mais santa das criaturas, e a escolhestes para ser a mãe virginal de vosso Filho. Nunca ninguém vos amou tanto, nem foi tão boa e compassiva. Ensinai-me a amá-la como devo, e imitar suas virtudes. Que ela interceda por mim, para também eu estar sempre entregue em suas mãos divinas. Amém

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Dia 21 de Agosto - Dia de São Pio X


Celebramos hoje um Papa que mereceu ser reconhecido por santo, embora na humildade típica das almas abençoadas, José Sarto respondia àqueles que o chamavam de santo: "Não santo, mas Sarto". Nascido em 1835 ao norte da Itália e de família muito simples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifício conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para o Seminário.


Com sua permanente autodefinição: "um pobre vigário da roça", José Sarto percorreu com simplicidade o caminho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vigário de uma pequena aldeia até o Papado. Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela modéstia e pobreza que o possibilitava à vivência da sua idéia-força: "Restaurar todas as coisas em Cristo".


São Pio X foi Papa de 1903 a 1914. Ocupado com a pastoral, São Pio X realizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a comunhão das crianças, sendo que no campo doutrinal rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno. Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79 anos, deixando para a Igreja o seu testemunho de pobreza, pois conta-se o fato, tomou dinheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta rumo ao conclave que o teria escolhido Papa, pois não acreditava num erro do Espírito Santo.


Em 1908 criou a Diocese de Taubaté, colocando nossa Paróquia São José para a administração da nova Diocese retirando-nos de São Paulo quando foi elevada a Sede Metropolitana.


São Pio X, rogai por nós!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Parabéns Dom Paulo

Dom Paulo presidindo a Santa Missa na Assembléia da CNBB, 30/04/2009


Rendemos graças a Deus, hoje, pelos 57 anos de Ordenação Sacerdotal do Bispo Emérito de Mogi das Cruzes Dom Paulo Mascarenhas Roxo,OPraem. Dom Paulo foi ordenado padre no dia 20 de Agosto de 1952, em Pirapora do Bom Jesus-SP pelo então Bispo Auxiliar de São Paulo Dom Paulo Rolim Loureiro. Mais tarde em 1962 Dom Paulo Rolim foi nomeado pelo Papa João XXIII 1o. Bispo de Mogi das Cruzes, tendo falecido em 1975, e Dom Paulo Roxo o sucedeu na mesma Diocese em 1989, quando o Papa João Paulo II o nomeou 3o. Bispo da nossa Igreja Particular. Neste Ano Sacerdotal elevamos a Deus uma profunda ação de graças pelo nosso Bispo Emérito. Parabéns Dom Paulo!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Papa Bento XVI pede empenho renovado na formação dos futuros padres


Na tradicional Audiência Geral do Papa, às quartas-feiras, em sua residência de verão, em Castelgandolfo, hoje 19 de Agosto de 2009, Sua Santidade o Papa Bento XVI pediu um renovado empenho na formação dos padres nos seminários. Enfatizou que esté é o autentico ponto de partida e também o ponto focal para uma nova evangelização que não seja apenas um slogan atraente. O Pontífice c falou também sobre São João Eudes, padre, doutor e apostolo do culto litúrgico dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, e fundador de uma congregação religiosa destinada á formação do clero diocesano. Falando em português Bento XVI saudou um grupo de brasileiros presentes:

"Amados peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os grupos de Mirandela e de São Paulo, agradeço a vossa presença com votos de que este encontro com o Sucessor de Pedro revigore, em todos vós, o fervor espiritual para assim testemunhardes, com as vossas vidas, a Mensagem Salvadora de Jesus Cristo. Sobre cada um de vós e vossas famílias desça a Minha Bênção."

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Congresso Mundial de Sacerdotes


Entre os dias 09, 10 e 11 de Junho de 2010, a Igreja Católica realizará no Vaticano, em Roma, o Congresso Mundial de Sacerdotes. No dia 11 de Junho de 2010, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, Sua Santidade o Papa Bento XVI presidirá a Santa Missa na Basílica de São Pedro, quando oficialmente encerrará o Ano Sacerdotal e as celebrações dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney. Leia mais www.radiovaticano.org

Desperta tu que dormes (Ef 5,14)

Com o tema "Desperta tu que dormes" (Ef 5,14), a Renovação Carismática Católica da Paróquia São José, em Salesópolis, comemora o 20. aniversário do Grupo de Oração "São José", com a Santa Missa, às 19h30, na próxima Quinta-feira, dia 20 de Agosto, na Igreja Matriz São José. Participe!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Papa Bento XVI nomeia novo Núncio Apostólico para a Venezuela


O Papa Bento XVI nomeou hoje, dia 17 de Agosto de 2009, como novo Núncio Apostólico para a Venezuela, Dom Pietro Parolin. O Bispo, até o momento, era o Sub-Secretário da Seção de Relações com os Estados da Secretaria de Estado do Vaticano.

O novo Núncio, que será titular de Acquapendente, com dignidade de Arcebispo, é natural de Vicenza e foi ordenado em 1980. Dom Pietro Parolin é graduado em Direito Canônico e iniciou o serviço diplomático na Santa Sé em 1986. Foi representante Pontifício na Nigéria e no México, antes de trabalhar na Secretaria de Estado, posto para o qual foi nomeado em novembro de 2002. Na nova missão Dom Parolin atuará diante do difícil governo de Hugo Chávez, rezemos por este representante do Papa em mais este país da América Latina.

O novo Núncio Apostólico é italiano, mas também domina outros idiomas como francês, inglês e espanhol, segundo informação da Sala de Imprensa do Vaticano.

Cardeal e Bispos norte-americanos visitam Cuba

Nesta semana, acontece uma visita de três bispos e dois sacerdotes dos Estados Unidos a Cuba, com o objetivo de fomentar as relações pastorais entre ambos episcopados e revisar os danos causados por três furacões que devastaram a ilha no ano passado.

A informação da visita foi divulgada pela Conferência de Bispos Católicos de Cuba, através de seu secretário, o sacerdote José Félix Pérez. Segundo o presbítero, a visita “quer continuar essa relação que se mantém há muitos anos de colaboração, de intercâmbio, onde não só o aspecto de ajuda é importante”.

A delegação norte-americana faz parte do secretariado para América Latina da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos e é liderada pelo arcebispo de Boston, o cardeal Sean O’Maileu; o bispo de Orlando, Dom Thomas Wenski; e o bispo auxiliar de Santo Antonio, Dom Oscar Cantú. Os visitantes se reunirão com o arcebispo de Havana, Cardeal Jaime Ortega y Alamino, e outros bispos cubanos.

A Igreja católica em Cuba teve uma difícil relação com o governo comunista, que começou a mudar favoravelmente desde que João Paulo II visitou Cuba há pouco mais de uma década.

A luta em favor da vida e contra o aborto


Uma vitória em favor da vida. Depois de meses de investigações, duas clínicas clandestinas de aborto foram fechadas, no Rio de Janeiro, durante operação da Polícia Civil. Em um dos locais, os agentes da polícia prenderam em flagrante um médico e detiveram funcionários da clínica e mulheres que aguardavam para realizar aborto.

Uma das vítimas, que estava sendo preparada para o procedimento, foi encaminhada para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Uma grande quantidade de materiais para a realização de abortos foi apreendida em uma das clínicas para perícia. De acordo com a polícia, o médico preso na operação já possuía outras ocorrências em sua ficha criminal.

Os dois estabelecimentos já foram alvos de outras investigações. De acordo com a polícia, cada cirurgia custava em média mil reais.

Já em São Paulo, as Dioceses terão comissões que acompanharão de perto os políticos nos diversos temas em defesa da vida, em casos, por exemplo, de discussões sobre aborto, eutanásia e células-tronco. Um congresso com o tema “Por uma política ética com o serviço à vida e dignidade humana e ao bem comum”, realizado este final de semana que passou, a Igreja Católica entra em maior profundidade em defesa da vida. Fonte Canção Nova

domingo, 16 de agosto de 2009

Papa Pio XII e o Dogma da Assunção



Sua Santidade o Papa Pio XII, no dia 01 de Novembro de 1950, proclamou solenemente o Dogma da Assunção de Nossa Senhora. Segue um trecho da Bula Pontifícia "Munificentissimus Deus" que instituiu a solenidade de hoje:


44. "Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de Verdade, para glória de Deus Onipotente que à Virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei Imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos São Pedro e São Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a Imaculada Mãe de Deus, a Sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial".

3o. Domingo de Agosto - Dia das Vocações Religiosas

No 3o. Domingo de Agosto, o Mês Vocacional, lembramos as Vocações Religiosas, aquelas pessoas, homens e mulheres, que se consagram a Deus para a vida de profunda ligação com Ele na oração e no serviço aos irmãos. As diversas Congregações Religiosas sempre foram muito queridas pela Igreja, são meios de santificação para a própria Igreja e o mundo.
Rezamos especialmente neste dia pelas duas Religiosas de nossa cidade de Saleópolis, Irmã Dina que está em missão na África e pela Irmã Rosa que atua na Congregação das Irmãs de Santa Dorotéia. São duas consagradas salesopolonses que por diferentes meios sevem a Deus nos irmãos. Parbéns pelo seu dia, contem com nossas orações!

Assunção de Nossa Senhora


A celebração do XX Domingo Comum cede lugar à Solenidade da Assunção de Nossa Senhora ao céu, festa do dia 15 de Agosto, que no Brasil é celebrada hoje, visto dia 15 ter sido sábado. A Assunção de Maria ao céu nos remete às reflexões da elevação de Maria, em corpo e alma, para junto de Deus. Maria foi preservada da mancha do pecado original, em vista dos méritos de Cristo, e foi escolhida para a ser a Mãe do Salvador da humanidade, o Pai lhe cumulou de muitas graças por isso o seu corpo não conheceu a corrupção da morte, e com seu Filho, Jesus Cristo, está na glória celeste já tendo conquistado a plenitude da salvação e nos espera para que, um dia, desfrutemos de sua companhia. O Dogma da Assunção de Nossa Senhora foi proclamado pela Igreja através da Bula "Munificentissimus Deus" do Papa Pio XII, no dia 01 de Novembro de 1950.

A Liturgia da Missa de hoje nos propõe as seguintes leituras:

1a. Leitura Apocalipse 11,19;12,1.3-6.10: Maria é a imagem da Igreja que caminha neste mundo, por entre perseguições e percalços, aguarda a revelação da glória de Deus;

Salmo Responsorial 44 (45): "À vossa direita se encontra a rainha com veste esplendente de ouro de Ofir"

2a. Leitura: 1Coríntios 15, 20-27: Cristo, por sua gloriosa Ressurreição, destrui para sempre a morte, ele está em corpo e alma junto ao Pai, e prepara-nos um lugar, seremos tal como Ele é;

Evangelho Lucas 1, 39-56: Isabel saúda Maria como a "Cheia de Graça", depois de ter sido agraciada por Deus e ter concebido o Salvador da humanidade, Maria vai ajudar a sua prima diante dela proclama as maravilhas que o Senhor operou para com ela no "Magníficat". Maria foi elevada ao céu alegrem-se os coros dos anjos.

sábado, 15 de agosto de 2009

Papa Bento XVI celebrou Solenidade da Assunção de Nossa Senhora




Neste sábado, 15 de Agosto de 2009, Sua Santidade o Papa Bento XVI presidiu, na paróquia de São Tomás de Vilanova, em Castelgandolfo, a Santa Missa, por ocasião da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora – festa que algumas Igrejas locais celebram neste domingo, dia 16.


Recordando um episódio da vida de Maria, a sua visita á prima Isabel depois da Anunciação, o Papa sublinhou como Maria percorre um novo caminho deixando-se conduzir apenas por Deus.


“A graça do Espírito Santo não admite lentidões. A partir daquele momento Maria, seguindo Jesus na sua vida escondida e na vida publica, até aos pés da cruz, vive a sua constante ascenção a Deus aderindo ao seu projeto também no momento da obscuridade. Maria abandona-se totalmente ao Senhor e torna-se assim paradigma da fé da Igreja. A vida inteira é uma ascenção, é meditação, obediência, confiança e esperança também na obscuridade, e a vida inteira é esta sagrada pressa que faz com que Deus seja a prioridade."


Hoje, na Santa Missa, o Papa Bento XVI foi acompanhado por seu irmão Monsenhor Georg Ratzinger que está em Roma. Como é comum nas solenidades o Pontífice, ao meio-dia, recitou a oração do Angelus refletindo sobre a veneração à Virgem Maria conforme a vida do Cura D' Ars. Fonte Rádio Vaticano

Semana Nacional da Família


Encerrando a Semana Nacional da Família, sob a proteção da Sagrada Família de Nazaré, não nos esqueçamos que todos os dias são dias de nossas famílias. Que no convívio diário com nossos pais, irmãos, filhos e entre os esposos reine sempre a paz, o perdão e o amor.


Que nossas famílias sejam verdadeiras igrejas domésticas, nos nossos lares Jesus se faça presente unindo e reunindo a todos, sendo Ele o centro de nossas atenções. Buscando Jesus acharemos sempre os irmãos.


Parabéns a todas nossas famílias! E que esta semana que estamos terminando tenha sido mais uma oportunidade de crescimento na fé e de reflexões sobre a célula principal da sociedade, nosso porto seguro, nossa família.


“Abençoa, Senhor, as famílias, amém! Abençoa, Senhor, a minha também!” – Pe Zezinho

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Artigo de Dom Aloísio Sinésio Bohn publicado pela CNBB

Laicidade ou perseguição religiosa?



"Faz pouco tempo estive em Genebra, na Suíça. Contemplei a Praça dos Reformadores. Lá estavam desde Henrique XVIII até Calvino, Zwinglio e Lutero. Nenhum reformador católico, nem são Francisco de Assis. Também não vi traços de Jesus Cristo. Senti-me incomodado? Absolutamente não, pois sabia que estava em terras de cristianismo reformado.

Também não me incomodei com a meia lua nos países de cultura islâmica. Nem com o muro das lamentações dos judeus. Pois cada país tem sua cultura e a alma da cultura é a religião.

Agora as manchetes dos jornais do Brasil anunciam: 'Ministério Público pede retirada de símbolos religiosos de órgãos públicos em São Paulo'. O motivo alegado é que crucifixos e bíblias ferem a liberdade de crença e não respeitam o princípio do Estado laico.

Dom Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo, tomou posição: 'Ter um Estado laico não significa passar por cima da cultura de um povo'. Aliás, os ateus militantes, que se incomodam com símbolos religiosos, são uma minoria absoluta. Os agnósticos, que não aderem a uma religião, devem chegar a 5 ou 6%. Mas eles não se ofendem com a cultura do povo brasileiro. Os ateus não devem passar de 1%!

Tenho duas perguntas a fazer. A primeira: Vamos retirar estes símbolos e depois os católicos estão em paz? Ou é o primeiro ato de outros, como proibir manifestações religiosas, educação religiosa, reuniões de índole eclesial, acesso aos meios de comunicação social, celebração de serviços religiosos, formação de ministros, inclusive de padres, etc.

No México, nos idos de 1927-1929 começou-se assim. Depois virou numa cruel perseguição religiosa, que chegou a extremos de crueldade e de ódio. Por exemplo: O general Eulogio Ortiz mandou fuzilar um soldado porque este trazia no pescoço um discreto escapulário. O general Amaro mandou mudar o nome de todos os lugares com nome de santos: Se a moda pega, adeus São Paulo, Santa Catarina, São Vicente, Santa Cruz e lá vão os nomes de ruas e de prédios públicos.

A segunda pergunta: Do ponto de vista ético, é possível resistir à agressão de uma minoria poderosa à cultura da grande maioria? A resistência pode ser armada, como foi no México? Lá os pobres lavradores se organizaram e foram à luta: perderam 30.000 defensores da fé e mataram 60.000 soldados federais. Além disso, muitos federais se negavam a matar o povo simples, do qual eles próprios procediam. Aliás, o exército federal, apoiado pelos norte-americanos, nunca tinha menos de 20.000 desertores!

A luta armada é o último recurso, segundo a moral católica. Em München (Alemanha), faz pouco, os legisladores também proibiram os símbolos religiosos em lugares públicos. O povo foi de modo massiço às ruas protestar e os incomodados voltaram atrás.
Dentro de uma sistemática, pode-se pensar em desobediência civil, para forçar o respeito à tradição do povo brasileiro?

O Brasil é cobiçado pelos poderosos, especialmente a Amazônia. Será inocente a chegada de bases militares norte-americanas às fronteiras do Brasil? Em vez de enfraquecer e dividir os brasileiros, todos os patriotas deveriam favorecer a paz social e a unidade nacional, dentro do pluralismo e da tolerância!"



Dom Aloísio Sinésio Bohn
Bispo de Santa Cruz do Sul-RS

Campanha Ficha Limpa

300 mil assinaturas em 30 dias!



O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) lançou em São Paulo, no dia 07 de Agosto, a campanha “300 mil assinaturas em 30 dias”, visando atingir, nesse tempo, a marca de 1,3 milhãode assinaturas (1% do eleitoradobrasileiro) necessárias à aprovação do projeto de lei deiniciativa popular que impede que candidatos que tenham processos na justiça se elejam. A iniciativa do lançamento na capital paulista se deve ao fato de o estado ter o maior colégio eleitoral do país, com cerca de 28 milhões de eleitores, o equivalente a 22, 27% do total do país. O lançamento aconteceu na Faculdade de Direito do Largo São Francisco.


Lei mais: http://www.cnbb.org.br/




Brasileiros em Portugal! Migrantes não são um problema, afirma Bispo em Fátima


Milhares de peregrinos reuniram-se ontem, 13 de Agosto de 2009, em Fátima, Portugal, para a Peregrinação Internacional do Migrante, presidida por Dom Alessandro Ruffinoni, responsável pela pastoral dos brasileiros no estrangeiro.


“Não me perguntem quantos idiomas eu falo, porque para o migrante, há apenas dois idiomas. O idioma de Caim e o de Abel. O de Caim é o do ódio, da inveja, da humilhação, do engano, do aproveitamento, da esperteza, da prisão, da deportação, das patrulhas, das rondas... Já o idioma de Abel é o do amor, do acolhimento, da solidariedade, do perdão e da fraternidade, da amnistia”, indicou.


Na sua homilia, o Bispo auxiliar de Porto Alegre defendeu que “o migrante nunca pode ser considerado como um problema, nem pela Igreja, nem pelo Estado que o acolhe, e sim uma riqueza de grande valor de que devemos agradecer a Deus”.“ A Igreja é mãe e como mãe acolhe a todos e aceita todas as etnias”, assegurou.


Segundo o Bispo, convidado pela Igreja em Portugal para lembrar a importância da comunidade brasileira – a maior entre os estrangeiros daquele país – afirmou que “não importa se sou italiano, português, brasileiro, americano, chinês ou japonês. Aquilo que é realmente importante é que somos todos feitos a imagem e semelhança de Deus”.


Leia mais na
Agência Ecclesia

14 de Agosto - Dia de São Maximiliano Maria Kolbe

“Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos” (Jo 15, 13)


Celebramos hoje, 14 de Agosto, a memória de São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártir, um santo dos tempos modernos.

Raimundo Kolbe nasceu em 1894, na Polônia, numa família operária que o introduziu no seguimento de Cristo e, mais tarde, ajudou-o entrar para a família franciscana, onde tomou o nome de Maximiliano Maria. Ao ser mandado para terminar sua formação em Roma, Maximiliano, inspirado pelo seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada, fundou o movimento de apostolado mariano chamado 'Milícia da Imaculada'. Como sacerdote foi professor, mas em busca de ensinar o caminho da salvação, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão, onde exerceu seu ministério sacerdotal entre 1930 e 1936 na cidade de Nagasaki, para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia.

Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isto, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia, e posteriormente, para o campo de concentração em Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte.
Aconteceu que diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte, sendo que um, desesperadamente, caiu em prantos: "Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!". Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial com a decisão própria de um mártir da caridade, ou seja, substituir o pai de família e ajudar a morrer os outros nove e, foi aceita, pois se identificou: "Sou um Padre Católico". A 10 de Outubro de 1982, o Papa João Paulo II canonizou este seu compatriota, e o proclamou “Patrono do difícil Século XX”


São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

Festa de São Roque

A comunidade de São Roque, no Bairro do Aterrado, realiza a partir de hoje a Festa de seu padroeiro, veja a programação:
14 de Agosto - Sexta-feira - 18h - Santa Missa presidida pelo Pe Rosalvo
15 de Agosto - Sábado - 18h - Santa Missa presidida pelo Pe Juvi
16 de Agosto - Domingo - 09h30 - Carreata saindo da Igreja Matriz até e comunidade
11h30 - Santa Missa presidida pelo Pe Rosalvo

A comunidade de São Roque fica no Bairro do Aterrado, Estrada da Aparecida Km 6, após a represa do Rio Tietê. Participe!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Testemunho de Casamento Santo

Louis e Zélie, santo casal, pais de Santa Terezinha.
Beatificados em 19.10.2008



Um exemplo de santidade matrimonial, o casal francês, Louis e Zélie, pais de Santa Terezinha do Menino Jesus, beatificados no dia 19 de Outubro de 2008.

O primeiro encontro dos dois foi determinante. Se casaram em menos de um ano depois. As cartas da Senhora Martin revela a profunda afeição que uniu este casal: “Eu serei sempre feliz com ele. Ele torna a minha vida mais doce. Meu marido é um homem santo, desejo um assim para todas mulheres.”
Zélie experimentou alegrias e sofrimentos ao ritmo dos nascimentos e mortes de seus filhos. A educação de seus filhos tomava toda energia de seu coração. Para eles, ela desejou o melhor: se tornar santos!
Em 1865, ela descobriu um câncer que a levou à morte 12 anos depois. “Se o Bom Deus quiser me curar, ficarei muito contente, pois no fundo, eu quero viver; me custa muito deixar meu marido e meus filhos. Mas de outro lado, digo a mim mesma: se eu não me curar, é porque deve ser mais útil que eu vá”.
Viúvo, Louis decide viver em Lisieux, algumas de suas cartas revelam que ele era um pai cuidadoso com cada uma de suas filhas. Depois da entrada de Teresa ao carmelo, ele começa a ser
provado pela enfermidade.
Teresa não falou a respeito da doença de seu pai, mas de “sua paixão”. Ela sabia que ele tinha dado não somente todas suas filhas a Deus, mas se ofertou também a Ele.

Santa Teresinha morreu aos 24 anos e é Doutora da Igreja. Numa de de suas cartas, ela testemunhou a santidade de seus pais: “O bom Deus me deu um pai e uma mãe mais dignos do céu que da terra”.
Louis e Zélie viveram os aspectos da vida cotidiana de uma família do século XIX. Enfrentaram as preocupaçoes e incertezas por estarem à frente de uma empresa. Os dois traziam uma preocupação particular em exercer a justiça e o respeito com seus empregados; sem esquecer a ajuda que prestavam aos mais pobres.
Conheceram a enfermidade: Zélie sofreu de câncer e Louis teve uma enfermidade cerebral que o levou à ser hospitalizado psiquiátrica. Também não lhe faltaram as dificuldades para educar os
filhos.



Este casal prova que a santidade no casamento é possível, hoje como foi ao seu tempo, no coração da vida familiar.


Que bom seria vermos nossos pais, juntos, santificados, e no céu intercedendo por nós!

Crisma na Paróquia São José, em Salesópolis

Muito oportuno o questionamento sobre a Administração do Sacramento da Crisma em nossa Paróquia São José, citado nos comentários da postagem anterior, segue a programação:
Confissões dos crismandos: já está acontecendo conforme divisão das turmas;
Reuninão com pais e padrinhos: Sábado, 15 de Agosto de 2009, na Igreja Matriz após a Missa das 19h30;
Retiro dos crismandos: Domingo, 23 de Agosto de 2009, iniciando com a Santa Missa na Igreja Matriz às 8h, depois segue o Retiro até às 17h no Centro de Pastoral São José;
Sacramento da Crisma: Sábado, 19 de Setembro de 2009, na Igreja Matriz de São José, na Missa das 19h30, presidida pelo Bispo Diocesano de Mogi as Cruzes Dom Airton José dos Santos.

UTRAPASSAMOS OS 4 MIL ACESSOS

UTRAPASSAMOS HOJE, A MARCA DOS 4000 ACESSOS DESDE 28/06/09!!!!!!!!!
COLOQUE SEU COMENTÁRIO NESTA POSTAGEM, VAMOS COMEMORAR JUNTOS, VAMOS DIVULGAR O BLOG, SEJA UM SEGUIDOR, ENVIE ESTE LINK (http://matrizsaojose.blogspot.com) PARA SEUS CONTATOS DE E-MAIL!
OBRIGADO A TODOS QUE ACESSAM AS INFORMAÇÕES DA IGREJA CATÓLICA EM SALESÓPOLIS, NO ALTO TIETÊ, NO BRASIL E NO MUNDO!!!
DEUS ABENÇÕE A TODOS!
"Blog Igreja Matriz São José, mais formação e informação na internet!"

A Santidade do Matrimônio


"O que Deus uniu o homem não separe"


Pelo sagrado vínculo do Matrimônio os esposos, diante do altar, do sacerdote e da comunidade cristã, prometem amor e fidelidade recíprocas e se entregam um ao outro tornando uma só carne e um só espírito, ou seja, o casal, o homem e a mulher, permitem-se mutuamente fazer parte da vida de um e de outro.

Já em sua origem, a união conjugal foi elevada por Cristo a dignidade de Sacramento e pela liberdade de ação em contrair o Matrimônio os esposos se unem por toda a vida, um buscando a cada dia fazer o outro feliz, “na alegria ou na tristeza”.

A Igreja Católica preza muito pelo Matrimônio de seus filhos, pois enxerga na união conjugal o sinal do amor de Cristo para com sua esposa, a própria Igreja, sempre ornada para o encontro com seu amado que lhe prepara seu Banquete Nupcial, a Eucaristia. Cristo amou sua Igreja até o fim e se entregou por ela, até a morte, e morte de cruz, a ela foi fiel e por ela aguarda para unir-se eternamente no céu onde lhe prepara o melhor lugar. Os esposos, por sua vez, refletindo sobre o amor de Cristo e vencendo as dificuldades de cada dia, devem se esforçar para que a cada dia se amem mais.

Vivendo o mês Vocacional e a Semana Nacional da Família, refletindo sobre o Matrimônio, a Igreja pede a Deus pela santidade de seus filhos, para que encontrem um no outro, o homem e a mulher, a perfeita comunhão de vida e juntem o seu jugo, afinal, união conjugal nada mais é que união do jugo, isto é, união dos pesos de cada dia, valorizando a vida, abrindo-se para o novo, contribuindo com Deus na obra da criação, educando os filhos na vivência da fé católica, santificando seu dia-a-dia e santificando-se mutuamente.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Artigo do Cardeal Geraldo Magella Agnelo publicado pela CNBB

ACORDO BRASIL E SANTA SÉ

"No dia 13 de novembro de 2008, no Vaticano, foi assinado Acordo entre Brasil e Santa Sé, durante a Visita Oficial do Presidente Luiz Ignácio Lula da Silva ao Papa Bento XVI.
O Acordo entre o Brasil e a Santa Sé não ganhou o nome de concordata. O termo concordata designa as normas estabelecidas para um certo pais, a respeito de matérias concernentes tanto à Igreja como ao Estado, possuindo a força de tratado vinculante para ambos.
O propósito das concordatas, ao longo da História, tem sido o de pôr fim ou prevenir dissensões entre a Igreja e os poderes civis, ganhando existência desde fins do século XI. Até então, ou as autoridades civis estavam determinadas em arruinar a Igreja, como demonstram os primeiros séculos da nossa era, ou os imperadores cristãos viam como parte de sua tarefa temporal justamente o contrário, assumindo a missão de defender os direitos da Igreja. Em uma e em outra situação, as concordatas eram impensáveis ou desnecessárias. Foi no final do século XI,
com os atritos e indisposições decorrentes de questões de investiduras, que os pactos, concordatas, foram concebidos, objetivando resolver conflitos entre o poder civil e a Igreja. A Concordata de Worms, de 1122, entre o Imperador Henrique V e o Papa Calisto II, foi a primeira desse nome, a que se seguiram tantas outras, celebradas para encerrar desavenças com os poderes civis.
Antes do século XVIII foram poucas as concordatas. Durante o século XVIII foram firmadas uma dezena e um número crescente desses documentos marcou o século XIX, a partir da concordata napoleônica de 1801, marcando o início das concordatas modernas. O século XX conheceu várias concordatas e uma intensa atividade nesse setor diplomático.
O termo Acordo foi encontrado pelo Brasil e a Santa Sé, para definir o tratado celebrado. O Acordo consolida posições já estabelecidas em vários setores do organismo político-jurídico brasileiro, estruturando-as num documento único. O Acordo satisfaz antiga postulação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, a qual já em 1953 apoiava um primeiro projeto de Aco
rdo, de autoria do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, não alcançando, contudo, êxito.
Desde a Proclamação da República e o fim do padroado desmancharam-se os vínculos orgânicos do Estado com a Igreja, livrando a Igreja de interferências dos poderes públicos sobre a sua economia doméstica, sem prejuízo do reconhecimento da existência jurídica da Igreja Católica em todos os momentos constitucionais republicanos. Faltava, porém, o agrupamento das normas que se foram desenvolvendo num texto unificado, tarefa de que se desincumbiram os formuladores do Acordo recém-assinado.
O Acordo confirma, na sua mais expressiva parte, o que já se assentou no Brasil sobre a situação de Igreja. A preocupação em marcar o respeito pelas opções adotadas pelo direito interno é constante no pacto. Essa opção se mostra evidente pela freqüência com que os direitos são estatuídos, sob a repetida ressalva da observância do direito brasileiro. Não há perda da laicidade do Estado por conta do Acordo firmado. Já o Ministro Gilmar Mendes presidente do S.T.F., e Paulo Gustavo Gonet Branco, expõem o pensamento que se impõe de modo geral de que “a laicidade do Estado não significa, por certo, inimizade com a fé”. E acrescentam que o fato de o Estado ser leigo “não impede a colaboração com confissões religiosas para o interesse público (CF, art. 19, 1)”. “Seria erro grosseiro confundir acordos dessa ordem, em que se garantem meios eficazes para o desempenho da missão religiosa da Igreja, com a aliança vedada pelo art. 19, I, da Constituição. A aliança que o constituinte repudia é aquela que inviabiliza a própria liberdade de crença, por impedir que outras confissões religiosas atuem livremente no país. O reconhecimento da liberdade religiosa pela Constituição denota haver o sistema jurídico tomado a religiosidade como um bem em si mesmo, como um valor a ser preservado e fomentado”.
O Acordo não busca nem alcança nenhum privilégio para a Igreja Católica; ao contrário, em pontos, bate-se por direitos extensíveis a todas as confissões religiosas. Proximamente, escreverei sobre o conteúdo do Acordo."
Cardeal Dom Geraldo Magella Agnelo
Arcebispo de Salvador-BA
Primaz do Brasil
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